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Discovery e discovery+ estreiam a terceira temporada de ''As Piores Prisões do Mundo''

Divulgação

A partir de sábado, 2 de julho, às 22h15, o Discovery e o discovery+ revelam o que acontece por trás das grades, muralhas, portões de aço maciço e celas isoladas daquelas que são conhecidas como AS PIORES PRISÕES DO MUNDO (Behind Bars: The World’s Toughest Prisons).

Em episódios de uma hora cada, a terceira temporada da produção vai a diversos países para documentar onde ficam e como funcionam esses centros de encarceramento conhecidos como os piores por razões diversas: da austeridade na direção à superlotação; do domínio interno por facções criminosas ao total isolamento dos que nelas se encontram.

A nova safra entrevista funcionários e detentos para conhecer suas histórias e quais as relações que possuem com esse universo paralelo dos presídios. Neles, o tempo parece outro e as dinâmicas e interações determinam a sobrevivência. Membros da administração dos presídios também dão seus depoimentos às câmeras e revelam as particularidades de cada um deles – da história aos eventos marcantes que definem essas prisões. 

No episódio de estreia, a nova temporada de AS PIORES PRISÕES DO MUNDO vai até a Ucrânia, antes da guerra contra a Rússia, para desvendar as alas e histórias da Colônia 8. Ali ficam encarcerados 800 criminosos que cometeram mais de um homicídio, o que justifica as instalações de segurança máxima.

Até duas décadas atrás, sentenças de morte eram cumpridas no pátio da cadeia, pelos próprios guardas que executavam homens condenados ali mesmo. Corredores repletos de grades e portas, além de vigilância reforçada com guardas, câmeras e até cães treinados, tornam impossível uma fuga – em mais de 100 anos de história, ninguém nunca conseguiu escapar da Colônia 8.

Os muros construídos há um século fazem com que a prisão se assemelhe a uma fortaleza cercada por torres no alto das quais ficam atiradores de elite. Alguns dos detentos jamais sairão dos poucos metros quadrados das celas de segurança máxima, por isso, as instalações monumentais estão mergulhadas em falta de esperança e tomadas por demandas psíquicas – o risco de suicídio entre os detentos é alto, sobretudo na ala ocupada pelos 160 presos de altíssima periculosidade que cumprem prisão perpétua: para eles há uma prisão de segurança máxima dentro da prisão de segurança máxima.

O episódio começa com a chegada dos agentes carcerários. Da entrada marcada pelos protocolos de segurança à reunião diária durante a qual eles compartilham todas as intercorrências e informações importantes que vão guiar os trabalhos pelas próximas 24 horas de duração do turno. Depois, as câmeras captam a troca de guarda na ala dos homens que passarão o restante de suas vidas sem qualquer contato direto com outro ser humano, a não ser aqueles com quem compartilham o espaço minúsculo de 12m2 da cela. Depois, vem a inspeção das celas e a rotina dos poucos presos qualificados a trabalhar dentro das instalações da própria prisão.

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