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Oscar Schmidt fala sobre cura do câncer e como encarou o isolamento da pandemia, no Domingo Espetacular

Divulgação Record TV

Acostumado a sair vitorioso das quadras, o ídolo do basquete Oscar Schmidt tem celebrado nos últimos dias uma nova conquista, o fim do tratamento contra o câncer.  Em entrevista ao Domingo Espetacular, ele conta como enfrentou a doença: “Esse tumor me fez perder o medo de morrer. Eu morria de medo de morrer”, revela ao repórter Ari Peixoto. Um temor que ele realmente parece ter deixado para trás, ao anunciar recentemente que está livre da doença. “Estou curado mesmo. Porque eu não tive mais nenhum episódio de nada. Nada. Me sinto bem”, diz ele.

Desde quando descobriu um tumor no cérebro, em 2011, o ex-atleta passou por duas cirurgias e fez inúmeras fez sessões de quimioterapia até recentemente. Embora o médico que o atende já tivesse pensado em interromper o tratamento anteriormente, Oscar tinha resistido à ideia. No mês passado, entretanto, foi convencido de que a doença tinha sido vencida, após perceber que os exames que faz periodicamente estão normais. “Meu médico perguntou pra mim se eu queria parar (a quimioterapia). Isso faz alguns anos. Eu resolvi parar agora”. E declara: “É uma convicção, disso aqui eu não vou morrer”.

Na entrevista, Oscar relembra grandes momentos da carreira, fala da relação com a família e de como enfrentou o isolamento durante a pandemia. Como parte do grupo de risco, com receio de sair de casa, ele se reinventou. Sua principal atividade após a aposentadoria é a de palestrante motivacional, um trabalho que começou a realizar no formato on-line, com a ajuda dos filhos,  para pagar as contas. “Se eu não tivesse as palestras, eu ia passar fome. Mas eu ia passar fome? Aí, eu vivo disso, né. E eu tenho alguns apartamentos alugados, mas eu ia passar fome. Você acha que eu tenho esse dinheiro todo? Claro que não!”.  

Na Grande Reportagem, Roberto Cabrini investiga o caso do empresário e presidente do clube de futebol São Caetano, Manuel Sabino Neto. Ele está preso em regime domiciliar e é suspeito de ser o líder de uma organização criminosa que atua na chamada Feira da Madrugada, na região central de São Paulo.  A íntegra da produção vai ao ar no Câmera Record, logo após o Domingo Espetacular

O Domingo Espetacular também entrevista o ator Kadu Moliterno. Às vésperas de completar 70 anos, ele esbanja boa forma, mas mesmo assim está longe das telinhas e faz um apelo: quer ajuda para voltar à TV. Com 69 anos de idade e mais de cinquenta de carreira, Kadu está afastado das novelas desde 2019. A situação do artista levanta uma questão: será que existe um limite de idade para um ator parar de trabalhar?  Ele, que tem planos de lançar um podcast sobre temas como vida saudável e surf, desabafa: “ É incoerente não aproveitar a experiência dos mais velhos. Ainda bem que, nessa profissão, isso é possível. Em muitas outras, as pessoas colocam os mais velhos de lado.”

O programa destaca ainda a luta de Sergio Hondjakoff contra o vício em drogas. O ator, que interpretou o personagem Cabeção na TV, apareceu em um vídeo durante uma crise de abstinência ameaçando agredir o próprio pai. O programa mostra a busca da família por tratamento e ainda relata as histórias dos famosos que já passaram por isso e conseguiram dar a volta por cima.

E mais: depois de sete anos sem fazer shows, o grupo KLB está de volta aos palcos. Os irmãos Kiko, Leandro e Bruno receberam a equipe da atração e contam as novidades deste projeto. Eles lembram também da morte do pai, Franco Scornavacca, empresário, produtor e maior inspiração para a carreira dos filhos.

O Domingo Espetacular, apresentado por Carolina Ferraz e Eduardo Ribeiro, vai ao ar às 19h45.

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