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Em 'Pantanal', José Lucas vira ''o rei do gado'' para amigos de Ibraim

Divulgação Globo/João Miguel Júnior

Érica (Marcela Fetter) e José Lucas (Irandhir Santos) estão felizes por esperarem um bebê. Nem mesmo o casamento imposto pelo pai da moça, Ibraim (Dan Stulbach), os abalou. Ambos disseram que casam, sem colocar nenhum empecilho na decisão do deputado. Em cenas que vão ao ar a partir desta segunda-feira (8), os três chegam a São Paulo e Ibraim tem a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre os negócios de José Leôncio (Marcos Palmeira), o que faz aumentar seu interesse pelo novo genro. E não é só o dinheiro de José Lucas que o interessa. É também sua história e sua relação com a terra, um discurso bonito e sincero que o político pretende usar a seu favor durante a campanha para reeleição. Ao ser apresentado a outros membros do partido do sogro, José Lucas passa a ser chamado de “o rei do gado”, algo que é motivo de orgulho, mas também preocupação, por parte de José Leôncio.
 
Quem entra na trama no capítulo de hoje como cúmplice das segundas intenções de Ibraim é sua esposa, Ingrid, interpretada por Gisela Reimann, em uma participação com gostinho de homenagem, já que a atriz viveu a personagem Érica na primeira versão, há mais de 30 anos. “Cheguei à novela ‘Pantanal’ quando ela estava no auge do sucesso, só se falava nisso. Entrei de repente num elenco que eu já admirava, em uma novela que eu assistia. Foi um sonho”, comenta Gisela. Veja mais na entrevista abaixo. 
 
Entrevista Gisela Reimann
 
Como foi receber o convite para essa participação em 'Pantanal'?
Fiquei sem palavras de tão feliz! Encarei como uma homenagem, é uma alegria imensa poder voltar a fazer ‘Pantanal’, uma obra que me marcou a vida inteira, minha primeira novela. Retornar, principalmente como a Ingrid, mãe da Érica, uma personagem que não existia na primeira versão, é um marco para mim. Assim como foi um marco viver a Érica há mais de 30 anos.
 
Quais lembranças traz das gravações da primeira versão?
Lembranças que me marcaram a vida inteira. Cheguei à novela ‘Pantanal’ quando ela estava no auge do sucesso, só se falava nisso. Entrei de repente num elenco que eu já admirava, em uma novela que eu assistia. Foi um sonho. Quando cheguei ao Pantanal, a natureza me encantou e fiquei deslumbrada, diria que até mesmo em estado de choque. Falo até hoje para todo mundo que é o lugar mais lindo que eu já fui. Lembro da união do elenco e o carinho, paciência e generosidade com a qual fui recebida. A chegada da Érica na chalana também foi inesquecível, cenas lindas. 
 
Quem é Ingrid? O que o público pode esperar desta trama? 
A Ingrid é uma mulher muito rica, que vive de aparências. Na relação com a Érica existe um confronto porque a filha contesta muitas coisas, principalmente as atitudes do pai. Ela não é má, mas se divide entre o amor da filha e o que ela dá importância, que são as aparências, a imagem e o nome da família. Existe esse confronto com a Érica, mas ela também confronta o marido pelas atitudes dele. Só que ao mesmo tempo ela está ao lado dele, não sai dessa situação. Essa volta da Érica com o José Lucas, ela grávida e noiva dele é um choque para a Ingrid. Muito difícil ela aceitar a situação, principalmente pela história dele. Ao mesmo tempo, ela se rende ao casamento para que a imagem da família não fique manchada, é a forma como ela enxerga. 
 
Como foram as gravações?
Foram ótimas porque gravamos em locação externa, não em estúdio. Gravamos em uma mansão e isso foi importante pra eu encarnar a personagem. Quando você entra na locação e veste o figurino, a personagem vai chegando. A minha relação com a Marcela Fetter foi ótima, na primeira cena já estava me sentindo a mãe dela. Eu vê-la fazendo a Érica traz um sentimento bonito dentro de mim, um sentimento maternal mesmo. Minhas cenas com o Dan também foram muito boas, intensas, cenas fortes, ele é um ator que eu admiro muito, muito generoso. Foi algo indescritível para mim. 
 
'Pantanal’ é escrita por Bruno Luperi, baseada na novela original escrita por Benedito Ruy Barbosa. A direção artística é de Rogério Gomes e Gustavo Fernandez, direção de Walter Carvalho, Davi Alves, Beta Richard, Cristiano Marques e Noa Bressane. A produção é de Luciana Monteiro e Andrea Kelly, e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim.

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