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ID e discovery+ estreiam a nova série ''Cena do Crime: Arquivos Confidenciais''

CSI DA VIDA REAL, ALINA BURROUGHS REVISITA CASOS EMBLEMÁTICOS DE SUA CARREIRA EM NOVA SÉRIE
Divulgação

Em 12 anos trabalhando como detetive especializada em cenas de crimes – a famosa sigla CSI, do inglês Crime Scene Investigator – Alina Burroughs esteve à frente dos casos reais e emblemáticos, muitos deles ainda cercados por mistério e controvérsia, que Cena do Crime: Arquivos Confidenciais (Crime Scene Confidential) revisita.

A nova série original do ID tem exibição simultânea na TV e no discovery+ e estreia na quarta-feira, 7 de setembro, às 21h20. Com exibição semanal, os seis episódios partem dos depoimentos de Alina sobre sua atuação em casos como o do assassinato da menina Caylee Anthony, em 2008, e o massacre da boate Pulse, ocorrido em 2016.

Cada episódio é dedicado à revisão de um crime diferente. Alina revisita as investigações desses crimes, os dados que ela própria adicionou aos inquéritos e coloca o espectador no centro do trabalho de um CSI, tirando dúvidas e mostrando como se dão os principais protocolos e procedimentos da profissão. Outros agentes da lei, como médicos legistas e peritos criminais que também atuaram nos casos, conversam com Alina em frente às câmeras, revelando em que medida as suas suspeitas iniciais se confirmaram ao longo das apurações.

CSI DA VIDA REAL, ALINA BURROUGHS REVISITA CASOS EMBLEMÁTICOS DE SUA CARREIRA EM NOVA SÉRIE
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É por meio dos relatos sobre seu trabalho que Alina mostra como aprendeu a procurar nas evidências forenses a solução para um crime, pois as pessoas nem sempre dizem a verdade, mas esses vestígios da autoria – por vezes sutis, mas sempre contundentes para o desvendamento do caso – jamais mentem. A investigadora é conhecida por conciliar frieza técnica com empatia às pessoas próximas às vítimas; os anos de experiência e treinamento possibilitaram a ela descobrir pistas e desvendar os mistérios ao mesmo tempo em que acolhe familiares em desespero e identifica os principais suspeitos em meio à atmosfera desconcertante de uma cena de crime. “Minha missão é falar pelas vítimas, dar a voz a elas no momento em que elas já não podem dizer quem foi o responsável pela brutalidade que lhes tirou a vida”, resume a detetive. 

O primeiro episódio da série retorna a 2008 para que Alina narre o caso que, segundo ela, mudou-lhe a vida: trata-se do assassinato da menina de três anos Caylee Anthony e a investigação deste que segue um crime cercado por dúvidas. O resultado do caso montado por Alina e seus colegas foi o indiciamento e o consequente julgamento da mãe da menina, Casey Anthony. Conversando com os detetives que interrogaram Casey Anthony quando esta já era suspeita, além do médico legista Dr. Jan Garavaglia, responsável por estabelecer a causa da morte da garota e testemunha de acusação no julgamento, Alina revela por que todos esses profissionais viram nas provas os indícios suficientes para a acusação da mãe da menina como autora do crime. O episódio também traz uma entrevista exclusiva com Cindy Anthony, avó de Caylee e primeira pessoa a comunicar a polícia sobre o desaparecimento da criança. Casey Anthony foi considerada inocente, mas caso continua a assombrar aqueles que nele trabalharam.

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