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Em 'Cine Holliúdy 2', Olegário arruma confusão com Chico para promover a festa da padroeira

Divulgação Globo/Paulo Belote

No episódio de 'Cine Holliúdy 2' que vai ao ar nesta terça-feira (13), o ator Gero Camilo faz uma participação especial, interpretando Chico Pipoco. O personagem é dono da loja de fogos “Casa Foguetão”, e é enganado por Olegário (Matheus Nachtergaele) em mais uma das suas estripulias. O ex-prefeito de Pitombas usa o nome do Governador (Stepan Nercessian) na compra de alguns itens do comércio de Chico para a festa da padroeira na cidade e diz que o político enviará o dinheiro, afinal, ele promete injetar grana na festa. 
 
No entanto, uma briga do Governador com Socorro (Heloisa Périssé) muda os planos e o evento corre o risco de ficar sem o investimento. Olegário tenta contornar a situação visando garantir o dinheiro para a festa e mantém a encomenda dos fogos, mas Francisca (Luisa Arraes) furta uma das caixas do material para ajudar na produção de um dos filmes de Francis (Edmilson Filho). A confusão começa quando Chico pega parte da mercadoria de volta por falta de pagamento, enquanto Jujuba (Gustavo Falcão) informa para Socorro que os fogos foram superfaturados. No meio do caminho, o delegado (Frank Menezes) vê Francis com uma das caixas e o prende, e Olegário exige que Chico lhe devolva os fogos, mas ele se recusa e uma explosão acontece.
 
Confira, a seguir, a entrevista com o ator Gero Camilo, que conta detalhes de sua participação e dos bastidores da série e fala sobre sua relação com o cinema.
 
ENTREVISTA COM GERO CAMILO
 
Fale um pouco sobre o seu personagem.
Meu personagem é o Chico Pipoco, dono da loja de fogos da cidade, que resolve cobrar uma dívida feita. Ele procura a prefeitura e cobra do Olegário (Matheus Nachtergaele) esses compromissos de pagarem justamente pela mercadoria vendida. O Olegário, com aquele jeito malandro dele, tenta a toda hora disfarçar esse pagamento, fugir dessa obrigação. Mas o Chico Pipoco não tem muita paciência com as coisas, com as enrolações do Olegário. Ele é um personagem meio limítrofe: quer o dinheiro dele e quer resolver as coisas da forma mais direta possível.
 
Como foi participar de ‘Cine Holliúdy’? Conhecia os atores de outros trabalhos?
Eu já conhecia bastante esses atores tanto do teatro como da televisão. Eles não me eram estranhos, pelo contrário: muitos deles eu admiro, principalmente os atores cearenses, porque acho importantíssimo que uma série que trate de uma ficção acontecida no Ceará tenha um elenco de peso cearense.
 
Como foi o convite para atuar na série? Alguma curiosidade dos bastidores? Qual a sua relação com o cinema?
A minha relação com o cinema está nos filmes que eu fiz – ‘Cidade de Deus’, ‘Madame Satã’, ‘Carandiru’, ‘Narradores de Javé’, ‘Chamas da Vingança’, a lista é grande. E agora estou para estrear meu primeiro longa como diretor. Ele se chama ‘Aldeotas’, é uma adaptação de uma peça minha e deve estrear ainda este ano. Quanto às curiosidades, foi conviver com esse elenco tão bem-humorado, cheio de sagacidade e divertimento.
 
‘Cine Holliúdy’ é uma série criada e escrita por Marcio Wilson e Cláudio Paiva, baseada no longa-metragem homônimo escrito e dirigido por Halder Gomes. A obra é escrita com Adriana Falcão, Juca Filho,Chico Soares e César Amorim. A direção artística é de Patricia Pedrosa com direção de Halder Gomes e Ricardo Spencer. A produção é de Erika da Matta e a direção de gênero é de José Luiz Villamarim. A série de 11 episódios, exibidos às terças, conta ainda com Frank Menezes, Caca Carvalho, Falcão Maia, Gustavo Falcão e Flávio Bauraqui no elenco, e participações especiais de Luiza Tomé, Gero Camilo, Lucas Veloso, Nanda Costa, Eduardo Sterblitch, Stepan Nercessian, entre outros.

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