Técnicos e direção contam detalhes da 11ª temporada do 'The Voice Brasil'

Divulgação Globo/João Cotta

Uma competição cheia de emoção, torcida e momentos de realização até o prêmio final. Pode até não parecer, mas o 'The Voice Brasil', que chega a sua 11ª temporada na próxima terça-feira, dia 15 de novembro e, pela primeira vez, será exibido ao longo da Copa do Mundo, e tem mais em comum com o futebol do que se imagina. Começando pela competição, um hexacampeão na jogada aumenta o anseio dos outros técnicos de irem atrás de um título – sendo ele inédito ou não. Além disso, cada time da disputa é formado por integrantes que entram em campo – neste caso, no palco – para mostrar seu talento ao público e para impressionar seus treinadores, indo em busca de realizar um sonho por meio do que têm de mais precioso, a voz.
 
Nesta temporada, o ‘The Voice Brasil’ convoca IZA, Lulu Santos, Michel Teló e Gaby Amarantos para fazerem a seleção de vozes de diversas regiões do país, que sobem ao palco para conquistar uma vaga nos times. Desta vez, o programa traz novidades no elenco, com a chegada de Fátima Bernardes à apresentação e Thais Fersoza nos bastidores. A torcida também não fica para escanteio – o público que volta a marcar presença e coro na plateia aumenta a vibração a cada apresentação.
 
Diretor artístico do ‘The Voice’, Creso Eduardo Macedo destaca que as novidades no elenco da nova temporada representam bem o espírito da equipe: “A energia e a dedicação da Fátima Bernardes se encaixaram perfeitamente no programa e só aumentam a certeza de que temos uma equipe apaixonada pelo que faz. Gaby e Thais já fazem parte da família Voice, mas também trazem a energia da estreia, agora na versão adulta. Para completar, Iza, Teló e Lulu que, mesmo presentes há anos, trazem o frescor que buscamos a cada temporada. A união desse time com as vozes incríveis que usam nosso palco para mostrar o talento para Brasil resultam nessa paixão que tenho por fazer esse programa”, avalia.
 
Começando com doze candidatos em cada time, selecionados nas ‘Audições às Cegas’, a disputa fica cada vez mais acirrada, fase a fase. No ‘Tira-teima’, os técnicos precisam reduzir seus times: em grupos de candidatos, há apresentações solo, e somente duas vozes podem ser salvas – as remanescentes ficam disponíveis para o ‘Peguei’. Depois, cada time leva suas vozes para as ‘Batalhas’, momento em que duplas disputam a preferência de seu técnico. Na ‘Batalha dos Técnicos’, um desafia o outro em um duelo, com uma voz representando seu time. Ao final de todas as rodadas, o técnico que tiver mais vitórias ganha uma vantagem para a fase ‘Remix’. Nesta etapa, é hora de balancear os times e escolher um talento para avançar direto para a semifinal. Na semifinal e na final, o público passa a ter participação ativa nas decisões do jogo. 
 
O ‘The Voice Brasil’ tem direção artística de Creso Eduardo Macedo, e apresentação de Fátima Bernardes, com Thais Fersoza nos bastidores. A produção é de Valesca Campos, e a direção de gênero é de Boninho. O reality está previsto para estrear em 15 de novembro e irá ao ar às terças e quintas após ‘Travessia’.  
  
Técnicos a postos!
 
Na edição deste ano, o ‘The Voice Brasil’ volta a ter quatro técnicos: Gaby Amarantos, IZA, Lulu Santos e Michel Teló competem nas cadeiras. Gaby, que já participou do ‘The Voice Brasil’ em 2013, como técnica assistente de Lulu Santos na fase das Batalhas, foi também técnica da edição de 2021 do ‘The Voice Kids’. Já veterana na família ‘The Voice’, a multiartista chega à versão adulta do programa decidida a conquistar um título para o time que passou a chamar de “Coração”. “Esse ano, houve uma coisa que eu decidi na hora, não foi algo planejado: chamar os meus participantes de ‘Coração’. Então, todo mundo que vem para o time da Gaby, a gente brinca, faz o coração e é muito legal porque a plateia já embarcou nessa brincadeira, muito inspirada no ‘Ajayô’ do Carlinhos Brown, que é uma parada eterna para a gente”, conta. Guiada pelo sentimento, ela acrescenta que sua estratégia é escolher vozes que realmente lhe tocam: “É performance, escolha de repertório... mas quando o meu coração é tocado pela voz, aí eu viro a cadeira. Essa estratégia está dando muito certo, porque meu time está muito forte. A gente veio para brigar pelo título. A gente veio fazer barulho”, destaca.
 
Artista que traz em suas músicas mensagens de fé, esperança e persistência, a técnica IZA observa que seu time tem bastante em comum consigo. “Toda vez que os candidatos sobem ao palco, eles escolhem aquela pessoa que acreditam ter mais a ver com a trajetória deles, então eu me sinto feliz, porque é como se eu fosse uma representante do sonho deles nesse programa”. A cantora ainda destaca a importância da relação construída com cada participante de sua equipe. “Estou muito ansiosa para trocar com eles, dá para ver o quanto eles também acham essa conexão especial quando falam da minha trajetória ou de alguma música minha que os ajudou em algum momento. Eu só canto coisas que são importantes para mim e, por ser verdade para mim, acaba sendo verdade para outras pessoas também”, comenta.
 
Responsável pela performance do time “LUX” há 11 temporadas, Lulu Santos afirma que o público pode esperar características como originalidade e personalidade das vozes de sua equipe. “Swing, balanço e funk” é como analisa os 10 anos em que esteve na cadeira de técnico do ‘The Voice Brasil’. “É uma vida! Houve uma candidata que chegou aqui dizendo que assistiu a todas as temporadas – uau! Esse tipo de candidato, quando chega para cantar para nós, já sabe todo o mapa, então, para mim, é interessante ver uma pessoa que foi formada por nós ao longo de todo esse tempo, e está observando não só a performance de todos os candidatos, mas de cada um dos técnicos. Acho que essa longevidade, e o fato de estarmos formando, a cada ano, gerações de artistas faz de nós uma presença na casa da família brasileira”, avalia. 
 
O Hexacampeão Michel Teló vê no reality a importância de mostrar grandes vozes, mas também de apresentar histórias de superação. “A gente vai vendo a cada temporada histórias de pessoas que evoluem, que superam o medo, que não tinham coragem de subir ao palco nem de conversar com outras pessoas, ou que tinham alguns traumas e foram vencendo. Isso é muito bonito! E obviamente poder trabalhar com a galera, ajudando de alguma maneira a conhecer um pouco mais do meio artístico é muito legal. Passar para as pessoas de casa a mensagem de acreditar nos sonhos e de correr atrás é o mais importante do programa”, observa. Teló, que já tem seis títulos e se considera um torcedor fanático da seleção brasileira, faz questão de mandar sua energia positiva aos jogadores. “Não seria uma dica, mas um pedido para eles jogarem como sabem jogar. A gente tem um timaço de grandes jogadores e acho que a seleção tem tudo para fazer muito bonito na Copa. A única coisa que eu tenho é a torcida, porque os caras sabem tudo. Eu estou muito confiante!”, comenta.
  
‘Voice’ em todo canto!

Para quem gosta de rever as reviravoltas do reality nos respectivos dias seguintes (quartas e sextas-feiras), os mesmos episódios são exibidos no Multishow, a partir de 16 de novembro, sempre às 19h30. Já no Globoplay, o programa é transmitido simultaneamente à TV aberta, às terças e quintas, e fica disponível para assinantes ondemand, em trechos e na íntegra.
 
Para a cobertura digital desta temporada do ‘The Voice Brasil’, o Gshow prepara uma experiência com muitos detalhes dos bastidores. Entre as ações, estão entrevistas com Fátima Bernardes, que faz sua estreia no comando do reality, a cobertura de seu primeiro dia no novo desafio e uma série semanal em que a apresentadora faz um diário das gravações, mostrando, em primeira pessoa, curiosidades e momentos dos bastidores. Já com os participantes, além de repercussões imediatas que retratam toda a emoção após as apresentações, uma série inédita revela a relação e convivência entre eles fora do palco. 
  
As fases do 'The Voice Brasil'
 
Audições às cegas – Na primeira fase, os candidatos se apresentam e são avaliados apenas pela voz. Os técnicos viram suas cadeiras e montam seus times: Time Gaby, Time IZA, Time Lulu e Time Teló. Se mais de um técnico virar, o participante é quem escolhe com quem quer trabalhar. São 12 vagas em cada time. O botão de bloqueio fica disponível durante toda a fase. Com ele, os técnicos podem bloquear uns aos outros e o técnico bloqueado só descobre que está impedido de participar da disputa pela voz se decidir virar sua cadeira.
 
Tira-teima – Os técnicos Gaby Amarantos, IZA, Michel Teló e Lulu Santos precisam reduzir seus grupos e, para isso, ​formam quartetos, que vão se enfrentar – um em cada programa do Tira-Teima – em números solos. De cada quarteto, o técnico salva duas vozes. As outras duas ficam disponíveis para o “Peguei”. Nesta fase, cada técnico tem dois “Pegueis”. Os times terminam o Tira-Teima com oito vozes, cada.
 
Batalhas – Com as equipes formadas, os técnicos Gaby Amarantos, IZA, Michel Teló e Lulu Santos dividem seus times em duplas para batalhar cantando a mesma música. Ao final da apresentação, o técnico decide qual dos dois candidatos permanece no time. Nesta etapa, os técnicos também podem usar o “Peguei” para resgatar os eliminados das performances --- são dois “Pegueis” por time
 
Batalha dos técnicos – Nesta fase, um técnico desafia o outro para um duelo, cada um com uma voz representando seu time. Cabe aos dois técnicos que não participam da disputa definir quem foi o vencedor. A voz do time que perder deixa a competição. Ao final de todas as rodadas, o técnico que tiver mais vitórias ganha uma vantagem para a fase ‘Remix’.
 
Remix – Nessa fase os times estão desbalanceados. Cada técnico tem três vagas e escolhe uma voz do time para avançar direto para a próxima fase, garantindo já uma vaga na semifinal. Os demais integrantes se apresentam disputando as duas vagas restantes. São duas rodadas de salvamento: na primeira, os técnicos salvam uma voz de seus próprios times; na segunda, todas as vozes restantes ficam à disposição dos técnicos. O técnico com mais vitórias na fase ‘Batalha dos técnicos’ tem a vantagem de ser o primeiro a escolher as vozes para completar sua equipe, seguido pelos demais, por ordem de vitórias na fase anterior.
 
Semifinal – Os três candidatos de cada time se apresentam individualmente, mas apenas um segue para a ‘Final’. Durante o show de cada time, o público vota na sua voz predileta. Sem saber o resultado da votação, o técnico escolhe um dos participantes para receber uma pontuação bônus. O candidato que alcançar a maior pontuação, somando a porcentagem de voto do público e o bônus concedido pelo técnico, é o finalista do time.
 
Final – Na grande final, cabe ao público decidir o campeão. O vencedor ganha um prêmio de R$ 500 mil e assina contrato a Universal Music.

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