Max celebra vozes LGBTQ+ com histórias reais

Durante o Mês do Orgulho, a Max segue a comemoração destacando vozes LGBTQ+ e o orgulho de cada uma de suas histórias, com um catálogo especial de conteúdos baseados em histórias reais que narram a vida de pessoas da comunidade em sua jornada aceitação e autoconhecimento.

Confira abaixo algumas produções baseadas em histórias reais que celebram a diversidade:

VENENO (2020) 


De Javier Calvo e Javier Ambrossi, mais conhecidos como “os Javis”, esta série é uma homenagem a Cristina Ortiz, “La Veneno”, uma das figuras mais icônicas da televisão espanhola. VENENO retrata a vida de Cristina, uma mulher trans que lutou contra as adversidades para encontrar aceitação e se tornar um símbolo de orgulho e visibilidade trans. A série mostra sua jornada desde suas origens humildes até seu impacto na cultura popular.

VESTIDAS DE AZUL (2024)  


Dois anos após a morte de Cristina Ortiz, Valéria encontra a fita que narra as experiências de seis transexuais na Espanha no início dos anos 1980. As vivências dessas seis mulheres vão inspirar o novo livro de Valéria que, mais uma vez, decide contar a história de mulheres que não merecem ser esquecidas. VESTIDAS DE AZUL mantém a mesma estrutura narrativa de VENENO, entre o presente e o passado, entrelaçando a vida de seus protagonistas. Aborda a realidade das pessoas trans na década de 1980 por meio das seis protagonistas do documentário VESTIDAS DE AZUL.  

GENTLEMAN JACK (2019) 


Série inspirada na emocionante vida real de Anne Lister (interpretada por Suranne Jones) na Inglaterra do século XIX. GENTLEMAN JACK era o nome depreciativo pelo qual Anne Lister era chamada, em Halifax, Inglaterra. A série retrata a vida de Anne, que entrou para a história como a primeira lésbica moderna, mesmo quando viveu e amou numa época de ainda mais preconceitos. Ela desafiou o status quo de seu tempo, assumindo o controle dos negócios e das finanças de sua família e foi pioneira no casamento igualitário quando se casou secretamente com Ann Walker em 1934, uma jovem nobre com quem viveu até sua morte. Sua história tornou-se conhecida graças aos seus próprios diários, cerca de 26 volumes escritos em um código secreto que ela mesma inventou e deixou a sua história mais íntima, e por sua vez, um retrato da sociedade da época. O código, totalmente decifrado em 1982, foi o pontapé inicial para levar sua história para a tela, sob o nome de GENTLEMAN JACK. Seus cadernos têm sido preservados pela UNESCO desde 2011.

I MAY DESTROY YOU (2020) 


Criada e estrelada por Michaela Coel, a série aborda temas como consentimento, trauma e recuperação, com uma narrativa poderosa e honesta. Embora não se concentre exclusivamente na experiência LGBTQ+, inclui personagens e relacionamentos queer que fornecem uma perspectiva rica sobre identidade e autoaceitação. A série é um testemunho da resiliência e do poder de contar nossas próprias experiências.

Histórias reais têm o poder de inspirar e gerar empatia, mas também de dar visibilidade às experiências da comunidade LGBTQ+. Por isso, a Max comemora o Mês do Orgulho com histórias comoventes e transformadoras que se destacam pela autenticidade.

Anderson Ramos

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