Veja as percepções sobre o filme A Miss


Com distribuição da Olhar Filmes, o longa-metragem A MISS, escrito e dirigido por Daniel Porto, estreou em 26 de fevereiro e mostrou ao Brasil seu universo vibrante, provocador e emocional.

Protagonizado por Helga Nemetik, Maitê Padilha, Pedro David e Alexandre Lino, A MISS acompanha a história de uma famílira atravessada por desejos conflitantes e transformações inevitáveis, utilizando o humor como ferramenta para discutir gênero, sexualidade e pertencimento.


O filme rendeu ótimas críticas e percepções, somando uma cotação de no mínimo 4 estrelas, confira algumas abaixo: 

''A estética chama atenção logo de cara. Cores saturadas, enquadramentos precisos e uma direção de arte que dialoga com o cinema de Pedro Almodóvar reforçam o tom de exagero emocional que, longe de afastar, aproxima o espectador dos conflitos. O riso surge como ferramenta de sobrevivência, mas nunca esconde as tensões ligadas a gênero, sexualidade e pertencimento.'' Por Giuliano Peccilli – JWAVE

''A Miss entra para mostrar como, quando trabalhadas com respeito, essas discussões podem atravessar o tempo sem perder relevância''. Por André Quental Sanchez - Vivente Andante

''A Miss é uma produção que se sustenta no exagero … mas entrega algo que produções com orçamentos maiores muitas vezes não conseguem: alma.'' Por André Quental Sanchez - Vivente Andante

''Daniel Porto constrói em A Miss um cinema que não pede permissão para existir — ácido sem ser cruel, sensível sem ser indulgente.'' Por Júlio Ventilari - Jornal A Crítica

''No centro da história está Iêda, vivida com vigor por Helga Nemetik, numa atuação que reverbera os momentos mais inspirados de Paulo Gustavo, uma ex-miss que transforma a própria casa em um palco permanente de competição simbólica.'' Por Eduardo de Assumpção - Cinematografia Queer

''A Miss se sustenta como um drama intenso e bem interpretado. A combinação entre atuações sólidas, diálogos cortantes e uma investigação cuidadosa de motivações pessoais resulta em um filme que provoca e incomoda na medida certa. Ao final, permanece a sensação de ter assistido a um estudo de personagens que, apesar de imperfeições, encontra força na coragem de encarar conflitos familiares sem suavizá-los.'' Por Bruno Siminoni Cunha - Não Parece Mas é Sério

''O destaque vai para o elenco, com apenas quatro personagens centralizando todas as ações. Suas construções passam longe do exagero, o que permite a fluidez da comédia até o ponto em que o drama familiar ganha a tela. Outro acerto do texto de Porto é não se prender ao manual básico de desenvolvimento de roteiro, pensando o drama como linha de chegada ou escada para o clímax.'' Por Jorge Cruz Jr. - Apostila de Cinema.

''Uma personagem hipnotizante, que transita entre leveza e força, ganhando vida pela bela atuação de Helga Nemetik.'' Por Raphael Camacho - Guia do Cinéfilo

''A maneira como Daniel Porto cria seus personagens é o segredo do sucesso deste seu primeiro longa-metragem. Claramente apaixonado por todos os seus “filhos”, incluindo os erros e defeitos que nos fazem ser humanos, Porto cria uma dramédia cheia de coração, sabendo desenvolver cada personagem de maneira paulatina. Embora a narrativa seja, em boa parte, linear, os flashbacks e as elipses que o cineasta inclui na trama deixam a experiência muito mais rica. Além de tudo, ainda dá papel de destaque para a ótima Helga Nemetik, que devora a tela com uma performance marcante, vivendo uma mulher forte que esconde suas vulnerabilidades. Divertido e pungente, A Miss se revela um belo trabalho de estreia, bebendo na fonte do cinema espanhol, especialmente Almodóvar, mas nunca esquecendo de criar sua própria identidade, brasileiríssima''. Por Rodrigo de Oliveira – Almanaque21

''Com humor ácido e cores vibrantes que dialogam com o cinema de Pedro Almodóvar, Daniel Porto constrói uma dramédia que alterna riso e tensão emocional, revelando o quanto a liberdade pode ser um gesto doloroso e necessário''. Por Fábio Luís de Paula – FOLHA

''Maitê Padilha brilha ao entregar uma Martha visivelmente desconfortável.'' Por Vitória Pratini – Papo de Cinemateca

''Uma participação especial no elenco, que merece ser mencionada, diz respeito a Ava Simões, Miss Brasil Gay e Miss Trans Universo, que interpreta ela mesma como jurada no Miss Rio de Janeiro.'' por Peter P. Douglas – OlhaOCasal

''Alexandre Lino, como Athena, traz leveza e timing preciso, funcionando como válvula de escape e consciência prática dentro da história, sem cair na função de alívio cômico raso.'' Por Ygor Monroe - Caderno Pop

''O roteiro evita respostas fáceis — ninguém é herói puro nem vilão dedicado. Ao invés disso, vemos personagens que se moldam e se contradizem em busca de afeto, entendimento e realização pessoal, tornando a narrativa rica em ambivalências e conflitos íntimos.'' Por Alisson Santos - MDH Entretenimento

''Pedro David entrega um Alan carismático e sensível, evitando qualquer tipo de caricatura.'' Por Felipe Fornari – Quadro por Quadro

''A narrativa revela o peso emocional de heranças afetivas que atravessam gerações.'' Por Tiago Xavier – Agora RS

E muito mais! Se animou? Então não deixe de assistir! Confira a continuidade do filme nos cinemas do Rio de Janeiro, Niterói e Maceió. Se você está na região, confira o filme no Kinoplex Vila Isabel, Estação Net Botafogo, Ponto Cine ou Cine Arte Pajuçara.

Anderson Ramos

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