Domingo Espetacular cresce na audiência, vai a 7,1 pontos e chega a pico de 9,1 com Stênio Garcia


Na noite de ontem (05/04), o Domingo Espetacular cresceu em relação à edição da semana passada, exibida em 29/03, passando de 6,3 pontos de média para 7,1. 

Com entrevistas exclusivas e reportagens especiais, o programa também atingiu pico de 9,1 pontos e participação de 12,4% do total de aparelhos de TV ligados durante sua faixa de exibição.

No mesmo horário da revista eletrônica da RECORD, ontem exibida das 18h30 às 22h31 e comandada por Roberto Cabrini e, excepcionalmente, por Camila Busnello,  a concorrente registrou 6 pontos.   

O Domingo Espetacular apresentou uma entrevista exclusiva com o ator Stênio Garcia, que expôs sua situação financeira. Aos 93 anos, o artista vive com pouco mais de R$ 7 mil que recebe de sua aposentadoria e admite que não realizou um planejamento financeiro, acreditando que poderia continuar a trabalhar. Ele também explicou a disputa judicial contra suas duas filhas por um apartamento em Ipanema, na zona sul do Rio. O imóvel foi doado a ambas, mas com uma cláusula de usufruto vitalício. Ele desabafou sobre o conflito com as herdeiras: "Sempre incomoda. Porque é muito delicado. Parece que você está disputando uma posição. E eu, com 93 anos, já passei dessa faixa de interesse econômico e financeiro"

Outro destaque foi a Grande Reportagem, realizada por Cabrini, que trouxe novas informações sobre uma denúncia de violência sexual que chocou uma pequena cidade em Alagoas. Maria Daniela Ferreira Alves teria sido dopada e agredida. Ela chegou a ficar em coma e hoje sofre com as sequelas do crime. O acusado, Vitor Bruno da Silva Santos, está foragido há um ano. ⁣Ela concede ao jornalista a primeira entrevista em que conta detalhes de tudo que viveu ao chegar em um sítio que pertencia ao tio de Vitor. "No começo, eu não queria ir, mas ele me tranquilizou. E eu fui porque confiava muito nele", revela a jovem. Segundo ela, tudo mudou quando ela disse não aos avanços sexuais. 

A Reportagem da Semana, realizada por Ari Peixoto, mostrou o caso da morte da guarda civil metropolitana Mayara Teruya Jacinto, que um ano depois ainda levanta dúvidas. A polícia concluiu que foi suicídio, mas a família suspeita de feminicídio e não aceita essa versão. Após contratarem um perito, que identificou falhas nos laudos oficiais, os pais buscam reabrir o processo judicial. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que não houve solicitação formal para reabertura do inquérito, mas novos elementos podem permitir a retomada da investigação. 

Fonte: Kantar Ibope Media | Instar Analytics | Base: Total de Ligados - Dados Domiciliares - GSP

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