Viver é Raro estreia 3ª temporada no Globoplay com foco em doenças raras


A série documental Viver é Raro estreia sua terceira temporada no próximo dia 29 de abril, ampliando o debate sobre doenças raras por meio de histórias reais e emocionantes de pacientes brasileiros. A produção estará disponível no Globoplay e reforça a importância da informação, do diagnóstico precoce e do acolhimento para pessoas que convivem com essas condições.

Com realização da Casa Hunter, em coprodução com VBrand e Cine Group, a nova temporada dá continuidade ao propósito de dar visibilidade às jornadas de pacientes, familiares e especialistas, promovendo empatia e conscientização sobre o universo das doenças raras, que, apesar de individualmente pouco frequentes, afetam milhões de pessoas no mundo. No Brasil, são mais de 13 milhões de pacientes de doenças rarasi.

Entre os destaques desta edição, está o episódio dedicado à lipodistrofia, uma condição rara caracterizada pela distribuição anormal de gordura no corpo, que pode trazer complicações metabólicas importantes e impactar significativamente a qualidade de vida dos pacientes. O conteúdo conta com o apoio da Chiesi, que reforça seu compromisso com a agenda de doenças raras no Brasil.

O episódio traz o relato de Karyn Cerqueira, de 29 anos, diagnosticada ainda na infância com lipodistrofia congênita generalizada. Empreendedora e ativa nas redes sociais, ela compartilha sua trajetória de adaptação, desafios e superação desde o diagnóstico precoce até a vida adulta.

''Eu nasci com lipodistrofia congênita generalizada, mas isso nunca me impediu de viver. Tenho uma vida ativa, trabalho com turismo, gosto de viajar, de sair, de estar com as pessoas. Claro que existem cuidados, como alimentação e atividade física, mas fora isso eu me considero uma pessoa comum. O diagnóstico não é uma sentença. A gente tem a doença, mas ela não define quem a gente é'', afirma Karyn.

Ao longo dos episódios, a série apresenta relatos sensíveis e inspiradores, além de informações relevantes que ajudam a ampliar o conhecimento sobre sinais, sintomas e desafios enfrentados por quem vive com essas condições. A proposta é aproximar o público de realidades ainda pouco conhecidas, contribuindo para a redução do estigma e para o fortalecimento da rede de apoio aos pacientes.

A segunda temporada de Viver é Raro alcançou resultados expressivos, com cerca de 40 mil visualizações e 19 mil usuários únicos na plataforma, além de ampla repercussão na imprensa e nas redes sociais. Para a nova edição, a expectativa é expandir ainda mais o alcance e o impacto social do projeto.

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