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| Foto: Divulgação SBT |
A conquista do tetracampeonato mundial, os bastidores da Seleção Brasileira em 1994 e histórias marcantes de uma carreira vitoriosa são alguns dos assuntos da entrevista de Ricardo Rocha para Danilo Gentili no ''The Noite'' desta segunda-feira (11).
Eternizado como ''O Xerife'', o ex-defensor fala sobre a importância e o peso de conquistar uma Copa do Mundo. ''O mundo tem 8,5 bilhões de habitantes. Campeões do mundo vivos não chegam a 500: são 487. Brasileiros, se não me engano, são 56. Ser campeão do mundo não é só falar: 'Eu quero ser'. É muito mais. É abdicar da família, é estar unido dentro do grupo'', afirma.
O ex-zagueiro também relembra o drama vivido durante a Copa de 1994, quando sofreu uma lesão logo na estreia do Brasil. ''Fiquei muito mal. Esperei o Márcio Santos dormir, fui para o banheiro, liguei o chuveiro para ele não ouvir e chorei muito'', conta.
Ricardo ainda revela que chegou a se preparar para ser cortado, mas foi convencido por Carlos Alberto Parreira e pelos companheiros a permanecer com o grupo até o fim do torneio. disse que não queria que eu fosse embora. ''Ele disse: 'A sua importância nas Eliminatórias foi tão grande que ninguém quer que você vá embora' '', completa.
Entre histórias marcantes da Seleção, ele explica como surgiu a ideia de os jogadores entrarem em campo de mãos dadas durante as Eliminatórias, gesto que acabou se tornando símbolo daquela campanha vitoriosa. ''Essa cena é simplesmente maravilhosa. A gente ganha de 6 a 0 da Bolívia. Aquelas mãos dadas deu uma força tão grande para gente que contra o Uruguai, na volta de Romário.''
Hoje comentarista da Romário TV, o ex-jogador também opina sobre o momento atual da Seleção Brasileira e demonstra confiança no trabalho de Carlo Ancelotti. ''Estou confiante no treinador. É um cara seríssimo, muito bom de vestiário e que entende muito de futebol'', finaliza.
O The Noite é apresentado por Danilo Gentili e vai ao ar de segunda a sexta-feira, no SBT. Hoje, a partir de 00h15.
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