Conhecido por seus filmes feel good cheios de música e histórias que pegam o espectador pelo coração, o diretor John Carney (''Sing Street'') reúne Paul Rudd (''Anaconda'', ''Homem-Formiga'') e Nick Jonas (''Jumanji: Próxima Fase'') no seu mais novo trabalho, HIT PARA DOIS (''Power Ballad''). Distribuído pela Diamond Films, o longa chega aos cinemas brasileiros em 11 de junho, depois de ser aclamado pela crítica internacional, que o descreveu como “hilariamente explosivo e completamente humano” (Owen Gleiberman, da Variety).
HIT PARA DOIS acompanha Rick, um cantor de casamentos que sempre sonhou em ser levado a sério como músico. Quis o destino que seu caminho se cruzasse com Danny (Jonas), um antigo astro pop adolescente que, à sua maneira, também tenta encontrar sua voz enquanto artista. Neste encontro inesperado, Rick apresenta uma de suas composições para o novo amigo. O que ele não esperava era que Danny faria da sua música um hit global, com um pequeno porém: sem dar para ele nenhum crédito. Rick, então, sai em uma jornada em busca de reconhecimento, sem perceber que pode acabar perdendo tudo o que realmente importa na vida.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Carney conta que a inspiração por trás do protagonista interpretado por Rudd veio de um homem real que ele conheceu por acaso em Dublin, na Irlanda. Ele usava botas de couro, carregava uma guitarra e levava a filha no banco traseiro do carro da família. ''Ele tinha o jeito de andar de uma estrela do rock, mas como uma estrela do rock que nunca aconteceu'', diz o diretor. ''Ele era esse tipo de cara que todo escritor procura, que apenas te lança várias perguntas que você precisa responder. Por exemplo, quando ele decidiu ‘estou ok em não ser o Bono'?'', completa.
O personagem encantou a crítica internacional. No seu texto para a Variety, o crítico Owen Gleiberman escreve que ''Rudd faz de Rick uma presença completamente sentida, um músico talentoso com jeitão de pai rockeiro que de repente se perde no desespero raivoso de ver o seu sonho de popularidade ser realizado, mas se transformar em um pesadelo. Haja mistura de emoções!''.
''Rick e Danny surgem não como modelos a serem seguidos ou vilões, mas apenas dois homens imperfeitos que são unidos pelo destino e por sua sincera paixão pela arte'', define Angie Han sobre a dupla de protagonistas na sua crítica para o The Hollywood Reporter.
Como um diretor e roteirista que dedicou sua carreira a narrar, de forma cinematográfica, as crônicas da música e das pessoas que a fazem, John Carney conquistou seu espaço único como contador de histórias, e isso se reflete diretamente no trabalho em seu longa mais recente. Na crítica de Zachary Lee para o portal Roger Ebert, ele discorre sobre a materialização da essência de Carney na trama:
''HIT PARA DOIS lamenta as versões de nossos sonhos que nunca veremos realizados, e celebra aquelas que realmente podemos viver. É carregado por uma afeição de coração aberto por seus personagens, até aqueles motivados por insegurança e ambição, e celebra como somos guiados pela vida não apenas pelas experiências de auge mas pelos pequenos momentos de graça que encontramos no caminho'', resume o crítico.
O artigo do The Hollywood Reporter segue a mesma linha de interpretação, destacando a forma sensível e realista de tratar os personagens e seu amor pela música. ''É um drama sobre o preço obscuro da ambição que deixa de lado cada clichê que aparece em todo outro drama ou biografia sobre a indústria da música. O confronto parece verdadeiro com os personagens como os conhecemos tão bem, ao invés de se prender a alguma fórmula esperada sobre como o clímax deve acontecer'', escreve.
Distribuído pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, HIT PARA DOIS chega aos cinemas brasileiros em 11 de junho.


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