Miguel Nicolelis analisa avanço da IA e os limites da tecnologia em entrevista ao Vitrine, da TV Cultura

Foto: Nadja Kouchi - Acervo TV Cultura

Neste domingo (20/9), o Vitrine entrevista o neurocientista Miguel Nicolelis, professor emérito de Neurobiologia da Duke University, sobre os rumos da inteligência artificial e os limites dessa tecnologia. A edição também aborda como a IA avança em um ritmo cada vez mais acelerado, com novos modelos ganhando capacidades, executando tarefas mais complexas e ampliando uma disputa que envolve algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo. Com apresentação de Laíze Câmara, o programa inédito vai ao ar na TV Cultura, às 19h.
 
O programa olha para os avanços recentes da IA e para os alertas que começam a surgir, inclusive entre profissionais que ajudaram a desenvolver essa tecnologia. A edição parte das declarações de Jacob Coxon, ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic, e acompanha uma discussão que já chegou às ruas e a organismos internacionais.
 
Além de Miguel Nicolelis, o programa reúne diferentes perspectivas sobre o tema, com a participação de Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e apresentador do podcast Deu Tilt; e Dora Kaufman, professora da PUC-SP e pesquisadora de Inteligência Artificial.
 
Direto dos Estados Unidos, o ativista Michaël Trazzi – neto de Eunice e Rubens Paiva e uma das lideranças do movimento Stop the AI Race – conta por que passou a defender uma pausa na corrida pelo desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial e o que está em jogo nessa disputa tecnológica.
 
O Vitrine também mostra como as ferramentas de IA passaram a fazer parte do nosso cotidiano, inclusive por meio de trends que se espalham pelas redes e fazem milhares de pessoas experimentarem, virtualmente, novos visuais.
 
Por fim, o programa faz mais uma visita ao Centro de Documentação da TV Cultura. Dessa vez, o destino é a Discoteca da emissora. Com Milly Pasqualini, coordenadora do Cedoc, a atração apresenta discos, fitas, CDs, partituras e gravações históricas que ajudam a preservar parte da memória sonora brasileira – e que continuam vivos, alimentando pesquisas e novas produções da TV e das Rádios Cultura Brasil e FM.

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