Canal VIVA - Destaques da programação de 25 a 31 de julho



Conheça os destaques da programação de 25 a 31 de Julho do canal Viva.

A TURMA DO DIDI
segunda-feira, dia 25 de julho, às 11h30

No quadro que abre o episódio, Didi (Renato Aragão) é um salva-vidas bem malandro, que só resgata vítimas mulheres. Dedé Santana (Manfried Sant’Anna) chega todo afobado ao posto de Didi, avisa que tem um homem se afogando, mas ele nem se mexe e diz que está observando as banhistas ao redor.

Em “Delivery do Eriberto Leão”, o ator está pedindo comida pelo telefone, quando a campainha toca. Para a sua surpresa, a encomenda chega pelas mãos de Didi e seu Jegueboy. Os dois começam a conversar e Eriberto compartilha com o entregador seu drama: duas mulheres marcaram de visitá-lo no mesmo horário. Ele precisa se esconder e contrata Didi para receber as moças e dizer que ele não está em casa. Mas não são apenas duas que aparecem no local…

SAI DE BAIXO
terça-feira, dia 26 de julho, às 21h

No episódio “É Doando que se Recebe”, Eliane Giardini faz uma participação especial como Eva, uma poderosa mulher que escolhe Caco (Miguel Falabella) para ser o pai de seu filho, através de inseminação artificial. Mas Caco não dá conta do recado com Magda (Marisa Orth), e ela fica mais indignada ainda com a situação.

Ataíde (Luiz Carlos Tourinho) é o segundo candidato à paternidade, mas será Vavá (Luis Gustavo) que quase resolverá o problema de Eva. Enquanto isso, Sirene (Cláudia Rodrigues) disputa o título de Musa dos Porteiros com Magda.

SUSANA VIEIRA E CARLOS FERNANDO PARTICIPAM DO “TV MULHER”
terça-feira, dia 26 de julho, às 22h30

Dois assuntos que cercam o universo feminino não poderiam ficar de fora da nova versão do “TV Mulher”: “beleza e vaidade”. Na próxima edição, que vai ao ar na terça, dia 26 de julho, às 22h30, no VIVA, Marília Gabriela conversa com o cirurgião plástico Carlos Fernando Gomes, também conhecido como “Doutor Mão Leve”. No quadro “Elas na TV”, Theodoro Cochrane recebe Susana Vieira. A edição conta ainda com um depoimento da jornalista Daiana Garbin, que sofre de transtorno dismórfico corporal. Ela conta que, desde a infância, enfrenta um distúrbio de preocupação excessiva com a aparência.

Num bate-papo descontraído, Susana Vieira lembra-se de mulheres fortes e inesquecíveis que interpretou ao longo da carreira como Branca, de “Por Amor” (1997); Maria do Carmo, de “Senhora do Destino” (2004); e Adisabeba, de “A Regra do Jogo” (2015). “Ela era calculista ou movida pela paixão?”, pergunta Theodoro, ao questionar o temperamento de Branca. A atriz defende a personagem. “Que nada! Aquilo lá era o Manoel Carlos purinho. Ele colocou nela tudo o que gostaria de falar. Por exemplo, um filho chega todo suado para falar com a mãe, que está maquiada para ir a uma festa. Qual a mãe que não pede para ele parar (não abraçá-la ou beijá-la)? Então, se você bota isso no vídeo, parece que é uma mãe desgraçada. Outro exemplo é: você entra no quarto de um filho – já tive adolescente -, aquele cheiro de chulé do tênis… Você fala ‘Meu Deus, bota o sapato para tomar um ar!’”, explica, aos risos.

Susana também fala sobre “Senhora do Destino”, que destacou o sequestro de crianças com o drama de Maria do Carmo e a busca por sua filha, Lindalva (Carolina Dieckmann). Intérprete de Maria do Carmo, a veterana elogia Renata Sorrah, que deu vida à sua rival na novela, Nazaré Tedesco. “Uma criação brilhante da Renata! E ela não era sequestradora, era uma pirada. Uma doida! Se achava linda, gostosa. Acho que ela foi incrementando ao fato de ser uma vilã, e não ficou uma vilã só porque roubou a filha. Nazaré foi durante a novela toda, com todo mundo. Ela matava todo mundo! Mas foi muito devido à criação da Renata. Inclusive, no inicio da novela, quem ia fazer o papel era eu, mas duvido que eu fizesse com tanta maravilha. Quando a Renata se olhava no espelho e dizia ‘gostosa’… Por mais que eu me ache, ia ter um pouco de vergonha”, brinca Susana, gargalhando.

Gabi começa a entrevista com o cirurgião plástico Carlos Fernando Gomes , perguntando se “a cada dia as pessoas estão mais vaidosas”. O médico é direto, referindo-se aos excessos: “Estamos chatérrimos.”. “As redes sociais ajudam nisso?”, questiona a apresentadora. “Acho que é um somatório, vamos dizer assim. Técnicas, máquinas, laser. Laser que tira gordura. Laser que tira ruga. Laser que tira mancha. Então, conforme vai surgindo coisa que resolve o problema que não era resolvido, as pessoas vão querendo mais. O ser humano é faminto, né? Estamos ficando obcecados.”. Para encerrar, Gabi pede para o convidado eleger a mulher mais bonita do mundo. “É a que se acha bonita”, diz Carlos, que completa: “As pessoas têm que pensar que a vida é muito mais do que a estética.”.

Durante a participação de Ronaldo Fraga, o estilista comenta como a moda influencia na autoestima das mulheres. Ao conversar com a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, Gabi pergunta: “Tem idade limite para namorar, transar, ser feliz?”. Regina fala sobre o preconceito contra a velhice e a sexualidade e diz: “As pessoas mais velhas acabam achando que não têm mais esse direito. Que sexo é sinônimo de juventude. Mas estamos vivendo um processo de mudanças.”. Já a jornalista Flávia Oliveira aborda o envelhecimento da mulher no mercado de trabalho, enquanto o jornalista e escritor Ivan Martins destaca a insistência do ser humano pela perfeição. Em “Penteadeira Voadora”, Fernanda Young comenta com bom humor a busca incessante das mulheres por “algo definitivo na vida”. E exemplifica: “a dieta definitiva, a depilação definitiva, o amor definitivo.”.

A DIARISTA
sexta-feira, dia 29 de julho, às 21h45

No episódio “Aquele do Pan”, Figueirinha (Serjão Loroza) manda Marinete (Cláudia Rodrigues) limpar a porta de um estádio onde serão realizadas algumas competições dos Jogos Pan-Americanos. A diarista acaba despertando a paixão de Nelsinho (Krissos Michellepis), um famoso jogador de basquete, que tem mais de dois metros de altura. Apesar de Ipanema (Helena Fernandes) incentivar a amiga a sair com o atleta, Nete foge de Nelsinho.

Sem saber como lidar com a rejeição de sua amada, o jogador anuncia que não vai participar da partida e culpa a diarista por sua tristeza. Imediatamente, ela é perseguida pela imprensa e vira a atração do estádio.

GENTE INOCENTE
sábado, dia 30 de julho, às 17h

Márcio Garcia e o elenco infantil do “Gente Inocente” recebem um convidado para lá de especial na edição do dia 30 de julho: Lima Duarte.

O veterano é aplaudido de pé pela plateia. Henrique Ramiro começa a entrevista, exibida originalmente em 2000, perguntando de qual personagem o ator mais sente saudade. “Sabe de uma coisa curiosa, depende muito de como foi nossa vida no estúdio. O personagem é mais ou menos o resultado da nossa vida em casa, no estúdio. Por exemplo, uma novela dura geralmente um ano, e você já pensou que, todos os dias, às 20h (principal faixa de novelas da Globo na época), 50, 60 milhões de pessoas começam a te odiar se você for um bandido. Ou começam a te amar se você for uma pessoa amável. Então, durante um ano, isso acaba influindo em você. De certa forma, você cria o personagem e, depois, acaba sendo conduzido por ele.”. Em seguida, Lima fala sobre a repercussão de Sassá Mutema, da novela “O Salvador da Pátria” (1989). Henrique também questiona se é verdade que o entrevistado fica tímido ao interpretar cenas de beijo. Lima acha graça e revela: “Na novela e na vida.”.

“Você gosta que as pessoas te reconheçam na rua?”, pergunta o pequeno Matheus Tayrone. “Gosto! E até preciso que isso aconteça, porque sou um ator popular, no melhor sentido da palavra. Tudo o que eu quero é trabalhar para o povo, e é dele que tiro os meus personagens”, explica o convidado.

Na vez de Victor Chéu, o menino quer saber o que Lima acha de sua filha, Débora Duarte, e da neta, Paloma Duarte, seguirem a carreira dele. Ele brinca, aos risos: “Sinto que minha bisneta tem que começar a fazer alguma coisa.”. O menino não para por aí, e faz mais uma pergunta. “Qual a decisão mais difícil que tomou em sua carreira?”. “Teve uma hora que eu tive que decidir se seria um ator super popular. Se ficava rico ou se seguia o meu instinto, a minha vontade. Essa foi uma decisão difícil, quando optei pelo Brasil, pelo brasileiro. Passei a ser um ator para mídia, de um modo geral, limitado. ‘Esse cara só faz caipira’. Pensei ‘Será que escolhi mal meu caminho?’. Mas não me arrependo, não. Se eu só faço caboclo, são tão grandes, né? São tão legais que todos vocês estão se lembrando deles. Sassá Mutema, Sinhozinho Malta (“Roque Santeiro” – 1995), Zeca Diabo (“O Bem-Amado” – 1973)”.”

GRANDES ATORES
sábado, dia 30 de julho, às 18h30

“O Félix conseguiu uma coisa que eu achava que só ia conseguir no teatro: o público se propor a pensar em coisas que ele não pensaria. Percebi que a televisão não é só poderosa como entretenimento, não. Dar credibilidade a ele foi um grande desafio. Me deixa a sensação de vitória esse caso de amor com o público que o personagem teve.”, diz Mateus Solano ao “Grandes Atores” que vai ao ar neste sábado.

Durante a entrevista, gravada em 2014, o convidado também fala sobre a cena de beijo que protagonizou com Thiago Fragoso (Niko), um dos momentos mais esperados de “Amor À Vida” (2013), trama de Walcyr Carrasco. “O beijo foi muito especial porque o público cobrou. A audiência para o casal era gay inicialmente, mas acabou abrangendo o público hétero também. E, mais do que o público hétero, chegou ao preconceituoso, que afirmava: ‘não, não gosto de gay, mas quero esses dois juntos no final.’ Como é que é isso ne?”. De acordo com Solano, o personagem teve grande importância para a sociedade, que pôde julgar: ‘Quem é que está no armário? O gay ou aquele que não reconhece as diferenças de cada um?’”.

Em seu depoimento, também comenta como a arte entrou na sua vida e sua paixão pelo teatro. “Minha vontade sempre foi ser um grande ator de teatro, a televisão acabou acontecendo. Graças a Deus aconteceu!”. Formado em artes cênicas pela UNIRIO, ele já atuou em quase 30 peças. Mas foi na minissérie “Maysa – Quando Fala o Coração” (2009), como Ronaldo Bôscoli, que ganhou reconhecimento. No mesmo ano, em “Viver a Vida”, atuou como os gêmeos idênticos Miguel e Jorge. “Quando engatei uma novela depois de uma minissérie, pensei: ‘Caramba, agora entrei!’, conta.

Prestes a ser pai pela segunda vez, Solano fala sobre a união com Paula Braun e sobre Flora, primeira filha do casal. “Elas são fundamentais. Paula, como minha mulher, é essencial para eu ser o ator que sou hoje. É ela quem puxa essa pipa que quer voar muito ao léu. É uma grande companheira. Temos uma parceria que transcende o ‘papai-mamãe’, digamos assim”, brinca. O ator derrete-se ao falar da filha: “Acho que um filho é o que mais pode, pelo menos na minha experiência, dar um sentido para a vida. Para essa loucura ‘quem sou?’, ‘onde estou?’, ‘pra onde vou?’, ‘da onde vim?’”.

VIVA EXIBE SHOWS INTERNACIONAIS EM HOMENAGEM AO DIA DOS PAIS
domingo, dia 31 de julho, às 20h30

14 de agosto é Dia dos Pais, e o VIVA preparou um especial musical para comemorar a data. Shows de Andrea Bocelli, Elton John, José Carrera, Luciano Pavarotti e Plácido Domingo integram a homenagem, que será exibida a partir de 31 de julho.

A seleção de espetáculos estreia no dia 31 de julho, às 20h30, com “Os Três Tenores”. Assistido por mais de seis mil pessoas durante o encerramento da Copa do Mundo de 1990, em Roma, o show dos tenores José Carrera, Plácido Domingo e Luciano Pavarotti é o primeiro encontro do trio com o Maestro Zubin Mehta. O início de concertos históricos do trio conta ainda com as orquestras do Maggio Musicale Fiorentino e da Ópera de Roma. A apresentação tem como repertório memoráveis óperas e canções populares, que inclui sucessos desde “La vie en rose” até “O sole mio”.

No domingo seguinte, dia 7, às 20h30, o VIVA exibe “Brits Icon Elton John”, um concerto de gala realizado em Londres, que celebra a vida e a carreira do artista. Comandada por Dermot O’Leary, a apresentação é repleta de homenagens e depoimentos de artistas como Annie Lennox, Billie Jean King, Ed Sheeran, Emeli Sandé, Mumford & Sons, Ringo Starr e Yoko Ono. Durante o evento, Elton John solta a voz em clássicos que marcaram sua trajetória. Entre os destaques dos números musicais, o dueto do britânico com Rod Stewart, em “Sad Songs (Say So Much)”.

“Andrea Bocelli – Cinema” é destaque no sábado seguinte, dia 13, às 21h30. No espetáculo, o tenor italiano apresenta canções emblemáticas do cinema. A setlist reúne músicas-tema de filmes marcantes como “Doctor Zhivago”, “Love Story”, “O Poderoso Chefão”, “A Vida é Bela”, “Gladiador”, “O Mensageiro” e “Bonequinha de Luxo”. O show, que deu origem a um álbum homônimo de Bocelli, também conta com participações especiais: John Travolta, Placido Domingo, Ariana Grande, Nicole Scherzinger, Andy Garcia, entre outros.

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