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Canal VIVA - Destaques da programação de 13 a 19 de novembro


Destaques da programação Canal Viva. (Imagem/Divulgação)
Conheça os destaques da programação do Canal Viva de 13 a 19 de novembro.

ESCOLINHA DO PROFESSOR RAIMUNDO
segunda-feira, dia 13 de novembro, às 22h45

O programa começa com participação especial do grupo Os Cafajestes, fazendo diversas paródias. Na sala de aula, Professor Raimundo comanda a turma mais atrapalhada do país. Seu Batista conta que já conheceu Brasília, enquanto Rolando Lero não consegue responder o que Noé construiu. No meio da aula, a madrinha do Professor chega, preocupada com as assaduras dele, levando um creminho para o afilhado. Os alunos, claro, caem na gargalhada. Seu Boneco é acusado de corrupto, por ter adquirido muitos barracos em diversas favelas do Rio, entre 1990 e 1993. Mas ele explica: “Ganhei 56 vezes seguidas no jogo do bicho”.

SAI DE BAIXO
terça-feira, dia 14 de novembro, às 21h

No episódio “Sai de Cima” Magda (Marisa Orth), subitamente, resolve ser modelo e atriz fazendo com que seu tio Vavá (Luiz Gustavo) também comece a sonhar com a fama. Como quem não quer nada, Vavá tem a ideia de transformar a própria família em um seriado de TV, e tudo parecia ir bem, até que Caco (Miguel Falabella) e Cassandra (Aracy Balabanian) decidem gastar toda a verba conseguida por Vavá em uma simples ida ao shopping. Agora o jeito é chamar um diretor de novelas mexicanas.

FAMÍLIA DINOSSAUROS
quinta-feira, dia 16 de novembro, às 9h45

Após uma briga com Dino, Bob foge de casa e experimenta uma plantinha que o deixa muito alegre. A situação se complica quando Dino também prova a misteriosa planta.

A DIARISTA
sexta-feira, dia 17 de novembro, às 21h45

Em “Aquele da Cadeia”, Marinete (Claudia Rodrigues) vai parar atrás das grades. Tudo não passa de um mal-entendido: a doméstica é confundida com uma prostituta ao parar por engano em um local que pensa ser o ponto de ônibus. Ela é levada pelos policiais junto com as verdadeiras garotas de programa, entre elas Veruska (Samantha Schmutz) e Ramona (Lorena da Silva).

Na delegacia, Nete até tenta convencer o delegado, interpretado por Mário Schoemberguer, de que trabalha como diarista, mas na hora de mostrar seus documentos… Esqueceu tudo em casa. Sem conseguir contato com Ipanema (Helena Fernandes), Nete não vê outra saída a não ser recorrer a Solineuza (Dira Paes). Porém, ela é tão atrapalhada que também acaba no xadrez.

O episódio foi ao ar na Globo em 2005.

A VIDA COMO ELA É
sexta-feira, dia 17 de novembro, às 23h

De Paula (Zé Mayer) não conhecia o amor até conhecer Neuza (Maitê Proença). Ele havia ficado viúvo e a mulher, até então, era por todos endeusada. A mãe dizia que a segunda esposa tinha que ser tão séria quanto a primeira. Mas Neuza era o oposto disso, o que desagradou a sogra, que foi totalmente contra o casamento. Um ano depois, ela mostrou fotos ao filho, comprovando que ele era traído. Mas De Paula não se importou, rasgou todas e disse: “Ela me trai mas me trata bem. Me trai mas eu sou feliz, muito feliz”.

O segundo episódio da noite é “Fome de Beijos”. Vilma e Fonseca são bem diferentes, mas decidem se casar mesmo assim. Fonseca acredita que mulher fiel deve ser séria, recatada. Já Vilma, quer beijar. Está cada vez mais apaixonada. E assim, bastou um beijo, apenas um, para decretar o nada convencional futuro do casal.

O programa foi ao ar na Globo em 1996.

A VIDA COMO ELA É
sexta-feira, dia 17 de novembro, às 23h

De Paula (Zé Mayer) não conhecia o amor até conhecer Neuza (Maitê Proença). Ele havia ficado viúvo e a mulher, até então, era por todos endeusada. A mãe dizia que a segunda esposa tinha que ser tão séria quanto a primeira. Mas Neuza era o oposto disso, o que desagradou a sogra, que foi totalmente contra o casamento. Um ano depois, ela mostrou fotos ao filho, comprovando que ele era traído. Mas De Paula não se importou, rasgou todas e disse: “Ela me trai mas me trata bem. Me trai mas eu sou feliz, muito feliz”.

O segundo episódio da noite é “Fome de Beijos”. Vilma e Fonseca são bem diferentes, mas decidem se casar mesmo assim. Fonseca acredita que mulher fiel deve ser séria, recatada. Já Vilma, quer beijar. Está cada vez mais apaixonada. E assim, bastou um beijo, apenas um, para decretar o nada convencional futuro do casal.

O programa foi ao ar na Globo em 1996.

LEANDRO & LEONARDO
sábado, dia 18 de novembro, às 22h30

Fugidos de um pai exaltado, no Rio de Janeiro, os cantores são acolhidos por uma locutora de rádio que mora no interior, interpretada por Sandra de Sá. Em um baile local, a dupla é convidada a se apresentar e faz sucesso. Pela primeira vez, os irmãos sentem o calor do público. Leandro e Leonardo sobem ao palco da festa de Santo Antônio, na praça da cidade, onde também se apresentaram Elba Ramalho e Alceu Valença.

O episódio do especial conta, ainda, com a participação de Sandy e Junior, João Bosco e Barão Vermelho. No final, os irmãos vão ao programa do Faustão, na Globo, e são aplaudidos de pé pela plateia.

O programa foi ao ar na Globo em 1992.

VIVA O SUCESSO
domingo, dia 19 de novembro, às 17h30

É a vez de Anitta dançar, cantar e contar sua vida no “Viva o Sucesso”. Nos bastidores de um show realizado na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, em 20013, a intérprete de hits como “Show das Poderosas” comenta que foi uma batalha se firmar na carreira. O reconhecimento começou com um vídeo na internet: “Era pobre. Fiz Administração porque meu pai dizia que eu precisava de um emprego que me desse futuro. Mas a partir dos 16 anos abri mão de sair, de namorar, para me dedicar ao sonho de ser cantora. Fiz show de graça, já cantei até em cima de engradado de cerveja, de mesa de pingue-pongue e com microfone que dava choque”, conta. Com agenda lotada, ela revela ter grandes planos para o futuro, como ser conhecida internacionalmente.

O “Viva o Sucesso” (2013) entrevista também Gaby Amarantos, que não abriu mão de suas raízes para alcançar a fama. Ela conta que gosta de misturar a pluralidade de ritmos do Norte com influências de Wando e Clara Nunes. Apesar das críticas por cantar o estilo tecnobrega, ela insistiu e superou o preconceito. “Me sinto na missão de mostrar para as pessoas que ser brega é legal, é ser chique, é ser feliz. Vim com esse meu jeito de ser, com meus figurinos, com minha música e as pessoas foram se rendendo aos poucos”, afirma. Antes de ter suas músicas conhecidas no Brasil inteiro, Gaby gravava CDs e dava para os camelôs do Pará comercializarem. A cantora diz que mantém o pé no chão e que não se deslumbra com a fama.

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