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Discovery Kids estreia a nova série nacional "Vivi Viravento" criada por Alê Abreu


Nova série de animação nacional "Vivi Viravento". (Imagem/Divulgação)
No dia 2 de dezembro, estreia a nova produção local do Discovery Kids, VIVI VIRAVENTO. Alê Abreu (de O Menino e o Mundo e Garoto Cósmico) é criador e supervisor artístico da série, uma coprodução entre Discovery Kids, Mixer Films e TV Cultura, e a direção é de Priscilla Kellen. São 26 episódios de 11 minutos na primeira temporada, no ar aos sábados e domingos, às 8h15. A exibição na TV Cultura está prevista para 2018.

Vivi é uma menina que adora aventuras fantásticas e pautadas pela imaginação. Em busca de Viravento – o lugar onde nascem todas as ideias – ela viaja pelo mundo acompanhada por dois grandes amigos, o tranquilo Mochilão e o sapeca Lanterninha.

Viravento é um local imaginário, onde tudo pode acontecer, e fica dentro do caderno de desenhos de Vivi, onde ela guarda fotos, cria paisagens e faz colagens. A menina se refere a Viravento como um destino mágico a ser encontrado durante suas viagens imaginárias e o caderno funciona como um portal através do qual, a partir de seus próprios desenhos, Vivi visita diferentes países.

É neste universo lúdico, onde objetos podem falar e as paisagens têm os contornos de desenhos e recortes infantis, que Vivi descobre informações sobre a diversidade de plantas, animais e culturas. Em tom poético, a própria menina descreve as sensações de uma criança enquanto descobre o quão fascinante é o mundo e as novidades que cada país pode apresentar. Entre os destinos da primeira temporada estão Escócia, Galápagos, China, Chile, e, no Brasil, as Cataratas do Iguaçu.

Vivi tem a companhia constante de Mochilão, a mochila que se transforma em um bicho-preguiça amarelo e que tem vasto conhecimento sobre qualquer assunto. Poliglota, Mochilão também pode guardar objetos dos mais diversos. Sempre que Vivi precisa de alguma informação, ferramenta ou utensílio, ela sabe que Mochilão pode ajudar, mesmo que às vezes ele pareça confuso ou fique para trás nas caminhadas.

Lanterninha também os acompanha: ele é uma lanterna comum que, no mundo da imaginação, vira um esquilo cheio de energia e um tanto impulsivo – dono de uma personalidade marcante e corpo esguio, ele se locomove com agilidade e se comunica por gestos amplos e assovios. Lanterninha foi um presente especial da tia de Vivi e veio com um bilhetinho que dizia “para iluminar o seu caminho”, o que causa certo ciúme em Mochilão.

A cada episódio, Vivi conhece um novo lugar, faz amigos, aprende sobre o mundo e sobre si mesma – vencer o medo de altura e lidar com a bagunça que ela mesma produziu são alguns dos desafios do universo infantil que se apresentam à protagonista.

No episódio de estreia da série, Vivi descobre a savana do Quênia em seu caderno. Ali quase nunca chove, hipopótamos usam lama como filtro solar; as árvores baixas forçam as longilíneas girafas a torcerem o pescoço – elas se alimentam de folhas – e as estrelas cadentes são tão rápidas quanto os grandes felinos.

Vivi encontra uma pegada que ela acredita ser uma pista de Viravento. Mochilão esclarece que a marca é compatível com as patas de um dos maiores mamíferos terrestres, o rinoceronte, e explica que eles podem ser difíceis de se encontrar, já que têm apenas uma companhia constante: as aves bufagas, pequenos pássaros que vivem na carona dos rinocerontes.

Quando Vivi finalmente encontra um rinoceronte, ela percebe que ele é realmente tímido e, se quiser desbravar a savana em busca de Viravento, terá de conquistar a confiança do novo amigo grandalhão.

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