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Canal Curta! estreia série exclusiva sobre arquitetura com profissionais de diferentes especialidades e estilos

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(Imagem/Divulgação Curta!)
O trabalho do paulista Angelo Bucci é tema do primeiro episódio da série exclusiva do Curta!Arquitetos”, que estreia na Terça das Artes, 4, às 20h. Bucci se destaca no panorama da arquitetura contemporânea brasileira tanto por seus projetos experimentais, quanto por ser um docente que faz intercâmbios de conhecimento entre o Brasil e o exterior. Ele é professor na FAU/USP e já deu aulas em universidades em Zurique, na Suíça, e em Boston, nos Estados Unidos. Conhecido por  “fazer o concreto flutuar”, suas casas planejadas parecem repousar suavemente sobre os terrenos. Para ele, “o projeto precisa se mostrar efetivo quando passa para a construção. Ele precisa dar certo” – comenta.

Produzida pela Grifa Filmes, a série retrata, em 13 episódios, uma diversidade de estilos na arte de projetar e construir através dos trabalhos de diferentes arquitetos e escritórios de arquitetura. Os entrevistados pelo programa são: Thiago Bernardes, Jorge Jáuregui, Angelo Bucci, Mario Figueroa, Héctor Vigliecca, Gustavo Penna e Eduardo de Almeida, além dos escritórios Arquitetos Associados,  Metro, MMBB, MGS, Tacoa e Mapa.

O documentário “Onde a Terra Acaba”, de Sérgio Machado, estreia na Quarta de Cinema, 5, às 22h. A obra é um retrato do universo cinematográfico de Mário Peixoto, diretor de “Limite”, importante obra do cinema brasileiro produzida em 1931. A escolha do título é uma homenagem ao longa homônimo e inacabado de Peixoto. “Onde a Terra Acaba” reúne materiais e imagens de arquivo, com depoimentos de cineastas como Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos e narração do ator Matheus Nachtergaele.

Ainda na Quarta de Cinema, 5, às 20h, a faixa “A Vida é Curta!” apresenta duas produções sobre crianças indígenas. A sessão começa com o documentário “Waapa”, de David Reeks, Paula Mendonça e Renata Meirelles, que propõe um mergulho na infância da menina Yudja (Parque Indígena do Xingu/MT) e mostra os elementos que fazem parte do seu dia a dia na aldeia. Em seguida, o documentário “Cordilheira de Amora II”, de Jamille Fortunato, traz os experimentos criativos vividos pela pequena índia Guarani Kaiowá Carine Martines em seu quintal na vila de Amambai, no Mato Grosso do Sul.

No mesmo dia, mas um pouco mais tarde, às 23h40, o episódio inédito da série “Projeções”, de Renata Druck, destaca a parceria entre os cineastas Tata Amaral e Jean-Claude Bernardet no processo de criação do filme “Um Céu de Estrelas”. A série “Projeções” é uma produção do Itaú Cultural gentilmente cedida ao Curta! que busca tratar do mais recente cinema expandido brasileiro, em seus diferentes gêneros e formatos.

Na Segunda da Música, 3, às 20h, a série “Cale-se” enfoca pela segunda vez os cantores populares e os desdobramentos das manifestações brega durante o regime militar. Nomes como Paulo Cesar Araújo, Juca Chaves, Odair José e Luiz Ayrão relembram as histórias da época e os discursos vigentes no fim da década de 1960 e início dos anos 1970. Os números musicais reinterpretam as canções “Presidente Bossa Nova”, de Juca Chaves, e “Divórcio”, de Luiz Ayrão. A série “Cale-se” é uma produção da Giros e é dirigida por Marcus Fernando.

O encontro entre o diretor de cinema e teatro Felipe Hirsch e a atriz Mariana Lima ganha destaque no episódio inédito da série exclusiva “Palavras Permanecem”, na Quinta do Pensamento, 6, às 23h. Felipe e Marina dividem o desejo de trabalhar juntos novamente e iniciam a realização de um novo projeto que engloba dramaturgia, cinema e literatura. A série documental é dirigida por Renata Druck e produzida pela bigBonsai com exclusividade para o Curta!, através de financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual da ANCINE.

Ainda na Quinta do Pensamento, só que às 23h30, o episódio inédito da série “O Legado da Coruja” esmiúça a origem da palavra grega “democracia”, discorre sobre seu significado e questiona a herança deixada por ela nos dias atuais. Produzida pelo canal público franco-alemão Arte France e dirigida pelo cineasta francês Chris Marker, “O Legado da Coruja” apresenta a herança da Grécia Antiga na civilização ocidental. A coruja, animal que simboliza a busca por conhecimento, aparece como uma representação dessa jornada.




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