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Universo das teorias conspiratórias é destaque do Curta em Cena na TV Brasil

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(Imagem/Divulgação TV Brasil)
O Curta em Cena deste sábado (18), às 23h, na TV Brasil é dedicado ao universo das teorias conspiratórias e apresenta os filmes “O Lunático”, de Bruno Lima e “Borá”, de Ângelo Defanti. A jornalista Tâmara Freire conversa com os diretores sobre as representações de teorias reais e imaginárias retratadas em suas obras. Com narrativas bem distintas, os curtas propõem uma reflexão sobre o imaginário criado a partir de fatos reais.

No primeiro bloco, o programa traz trechos do curta “O Lunático”, sobre o jovem psicólogo que trabalha num asilo de idosos e descobre um grande segredo que pode mudar a história da humanidade.  Um dos moradores quer provar que o homem não foi a Lua na década de 60, pois participou da filmagem que construiu a farsa e partir daí acontecem uma série de fatos curiosos na casa de repouso.

Na conversa com a apresentadora, o diretor fala do desfio de usar como locação uma casa de repouso real com toda a logística de mudar a rotina do local, transformar os moradores em figurantes até mesmo atores do filme.

Bruno também conta porque resolveu explorar essa que é uma das teorias conspiratórias mais difundidas no mundo e considera que o mais inusitado do filme é brincar com um tema tão polêmico ambientando-o num local tão pouco provável como um asilo de idosos. “É sensacional essa capacidade de criar histórias de que nunca aconteceriam na vida real. Entrar no cinema e durante ser transportado para uma outra realidade..” avalia o diretor.

No segundo bloco o Curta em Cena apresenta “Borá”, filme que trata da menor cidade do Brasil e misteriosos desaparecimentos que acontecem por lá.

Na vida real, a cidade dormitório de uma usina de álcool no interior de São Paulo perde, depois de 30 anos, o posto de menor cidade do país com o nascimento de 8 novos moradores. A população fica dividida entre os que aprovam o aumento de habitantes e os contrários, que criam uma campanha defendendo a volta de Borá ao seu lugar de menor do Brasil e chegam a entrar para o Guiness Book como a cidade de maior penetração do mundo do Facebook.

Durante a entrevista o diretor Ângelo Defanti, conta que o filme usa os dados reais mas cria uma fictícia onda de desaparecimentos denunciada como uma conspiração para devolver à cidade o título de menor do Brasil que constrói uma atmosfera de suspense e faz da obra um híbrido.“A gente tentou usar tudo o que era realidade, para criar algo ficcional. Até hoje as pessoas perguntam se a postagem de fato existiu ou não. Toda vez que se deixa alguém em dúvida, acho que o filme foi bem-sucedido na sua proposta”, avalia o cineasta.




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