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Caike Luna e Lindsay Paulino estreiam "Baby e Rose" no Multishow na próxima segunda

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Imagem/Divulgação Multishow
Após cativarem o público ao longo de três temporadas em “Treme Treme”, as personagens Baby e Rose protagonizam uma série inédita de humor no Multishow. A doméstica Rose, interpretada por Lindsay Paulino, e a cabeleireira Baby, personagem de Caike Luna, estreiam “Baby e Rose” no dia 12 de novembro, às 22h. Com 25 episódios, o programa acompanha as aventuras da dupla, que é convidada para apresentar um programa de televisão. Com entrevistas, leituras de cartas do público, dicas diversas, receitas e números musicais, as amigas, em meio a muitas trapalhadas, buscam entreter o público de seu novo show televisivo.

Empregada doméstica de um casal gay e fã número um de Amado Batista, Rose apresenta o programa junto de Baby, que não vê a hora de voltar para a boate. No cenário colorido de uma casa em que a cozinha, além das funções utilitárias, também se torna uma boate, a dupla promete causar muitas confusões. Com direção geral de Caike Luna, direção de cena de Maurício Eça e produção da Realejo, a atração apresenta um total de onze personagens, todos interpretados por Caike e Lindsay. Entre eles, Bilu, parceira de Baby nas noitadas, Gilmar, ex-marido de Rose, Vó Cida, a avó caipira de Baby que implora que a neta retorne à vida na fazenda, Bernadete, grande amiga faxineira de Rose, entre outros perfis que fazem parte do universo das apresentadoras.

Caike explica que o show estrelado por Baby e Rose faz uma divertida sátira de outros programas de TV apresentados por mulheres: “Assistimos durante a vida toda programas da Xuxa, entrevistas da Ana Maria Braga, a gente brinca com um pouco de cada elemento. É como se Rose e Baby fossem telespectadoras que foram convidadas do dia para a noite para apresentar um programa. Então vamos focar nessa trapalhada: como que elas apresentam um programa sem nunca terem trabalhado com isso”.

Lindsay fala sobre a origem da personagem Rose e discute a relação que possui com o público feminino: “A Rose é mineira e surgiu na Internet como a doméstica dos gays. Depois que eu fui para o Multishow, ampliamos isso e ela virou a faxineira de todos os públicos. Eu acho que há uma identificação muito rápida, principalmente com as mulheres, porque, apesar de ser uma empregada doméstica, ela é uma mulher comum, uma brasileira”.




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