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Djamila Ribeiro reflete sobre direitos humanos e genocídio da população negra no Estação Plural da TV Brasil

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Imagem/Divulgação TV Brasil
A filósofa e escritora Djamila Ribeiro participa do programa Estação Plural que a TV Brasil exibe nesta quarta (21), excepcionalmente, às 21h45. A convidada é sabatinada pelo trio de apresentadores formado por Ellen Oléria, Mel Gonçalves e Fernando Oliveira (Fefito).
 
Entre outros assuntos, a conversa aborda questões latentes como direitos humanos e genocídio da população negra. Djamila Ribeiro afirma que a sociedade brasileira ainda é racista, machista e LGBTfóbica. De acordo com ela, muitas pessoas se incomodam com os movimentos que lutam por direitos humanos e combatem a discriminação.
 
A filósofa lembra que o fato das pessoas tentarem ignorar os diversos casos de crimes de intolerância não muda a realidade de que o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo.
 
Apesar do dado alarmante, a convidada celebra o fato de muitas pessoas estarem abertas para debater questões raciais e de gênero. "Eu prefiro direcionar minha energia para as pessoas que querem dialogar, trocar, aumentar a rede", reflete.
 
Djamila Ribeiro alerta para o genocídio da juventude negra e afirma que as mulheres são vítimas principalmente do descaso do poder público com políticas de saúde. "A partir do momento que a gente é morto, é agredido e não tem os nossos direitos garantidos, a gente é vítima de uma sociedade desigual".
 
No quadro do desafio Aurélia, momento em que os convidados buscam adivinhar o significado de termos do universo LGBT, Djamila tenta descobrir o sentido da expressão "turca marcada" na linguagem pajubá.




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