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TV Brasil celebra os 70 anos de Jorge Aragão com retrospectiva neste sábado

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Divulgação TV Brasil
Para comemorar os 70 anos do cantor e compositor Jorge Aragão, o Recordar é TV deste sábado (8), às 19h30, na TV Brasil, resgata do acervo preservado pela emissora os programas "Raiz e Flor" (1990) e "A vida é um show" (2003), transmitidos originalmente pela TV Educativa do Rio de Janeiro.

Nessas produções históricas, o músico é entrevistado com maestria por ninguém menos que o showman Luiz Carlos Miele. Na pauta, o sambista aborda seus maiores sucessos e a criação do Fundo de Quintal. Durante o papo, entre uma história e outra, Jorge Aragão canta hits que marcaram época como "Malandro", "Coisa de Pele", "Raiz e Flor" e "Vou Festejar".

O Recordar é TV traça um panorama sobre a vida e a obra do bamba que fala da infância no subúrbio do Rio de Janeiro, nos bairros de Cascadura e Padre Miguel. Jorge Aragão lembra do início da carreira no universo da música, conta como conheceu o bloco Cacique de Ramos e destaca o surgimento do icônico grupo Fundo de Quintal.

O artista ratifica a importância da madrinha do samba, Beth Carvalho, referência para a geração de músicos que surgiu nos anos 1980. A conversa de Miele com Jorge Aragão também aborda aspectos do gênero que conquistou o país.

Com sua voz característica, o cantor soltou o verbo e conseguiu traduzir em palavras os sentimentos mais profundos. Jorge Aragão foi pioneiro entre a geração de sambistas lançados durante a década de 1980, direto do bloco Cacique de Ramos, celeiro de bambas como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Almir Guineto, Sombrinha e a turma do grupo Fundo de Quintal.

Além de presentear o público com performances primorosas de suas grandes composições, Jorge Aragão recorda a origem de músicas do seu vasto repertório. Entre as curiosidades que o Recordar é TV apresenta estão o encanto de Elza Soares por "Malandro" e a história sobre como a música "Coisinha do Pai" foi parar em Marte.

Autor de clássicos do samba como "Moleque Atrevido", "Mutirão de Amor", "Papel de Pão", "Eu e Você sempre", "Identidade", "Lucidez", "Já é", "Falsa Consideração" e "Abuso de Poder", Jorge Aragão completou 70 anos no dia 1º de março e seu álbum mais recente é o box "Samba Book" (2016).