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Programa Especial encerra temporada neste sábado na TV Brasil

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Divulgação TV Brasil
A última edição inédita da décima quarta temporada do Programa Especial vai ao ar neste sábado (23), às 12h30, na TV Brasil. Disponível no aplicativo EBC Play, a produção acompanha a trajetória do empreendedor Vitor Prudi que teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) aos 15 anos de idade. O incidente comprometeu a sua fala e a parte motora.

Neste episódio, o programa vai até a casa de Vitor, que hoje tem 24 anos e é designer de camisetas. A equipe da atração conversa com ele e sua família que o ajudou a criar a sua própria marca de roupas sustentáveis e pratica stand up paddle adaptado.

Nabila Omran, mãe de Vitor, explica como é o processo de reabilitação do filho, que logo depois do AVC estava praticamente sem nenhum movimento. Com uma série de terapias e a retomada da prática esportiva, ele recuperou o movimento do braço direito.

"Vitor não anda, mas quando ele veio para casa o comprometimento dele era muito maior. Era quase uma imobilidade total. A partir dessas terapias todas de reabilitação e dos esportes, ele voltou a ter alguns movimentos que eram completamente nulos. Hoje, o Vitor não é como o Vitor era ontem e ele não é e certamente não é o que ele será amanhã", emociona-se.

Durante o programa, Vitor mostra como faz suas ilustrações e a família dele conta como incentiva o lado artístico do jovem que começou a desenhar no decorrer do processo de reabilitação.

O irmão mais novo de Vitor, Caio Prudêncio, diz que se sente feliz em ver pessoas que não conhece usando camiseta com o desenho de Vitor. "Fico muito orgulhoso de ver que as pessoas realmente compram o produto e falam que amaram a camiseta. A sensação que eu tenho é de que o Vitor é o meu herói. Sempre vou estar do lado dele", afirma.

Já o pai de Vitor, Marcos Prudêncio, recorda que o filho adorava praticar surfe, antes do AVC, e que criou uma cadeira adaptada para que ele voltasse a praticar atividade física em um de seus lugares preferidos, o mar.

Para isso, junto com um amigo, teve a ideia do stand up paddle adaptado e experimentou uma cadeira, que não era a ideal, mas fez com que Vitor ficasse estimulado a remar, a colocar a mão na água, até decidir projetar uma cadeira para o filho.

"A gente começou a estudar de que maneira ergonomicamente essa cadeira poderia ajustar tanto à prancha, quanto ao Vitor, quanto às sequelas dele. Fizemos alguns protótipos, e, aí, o projeto foi evoluindo, e, hoje, a gente definiu que a cadeira agora tem um desenho e está super avançada, já levamos para outros lugares, já fizemos com outras pessoas", comemora.