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Concerto homenageia diretores da Sala Cecília Meireles no Partituras da TV Brasil

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Divulgação TV Brasil
O programa Partituras apresenta um concerto em homenagem a três diretores da Sala Cecília Meireles: João Guilherme Ripper, Jean Louis Steuerman e Miguel Proença. A performance gravada com exclusividade pela TV Brasil vai ao ar neste domingo (16), às 12h30.

Com regência de Lee Mills, a apresentação da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) faz um tributo a esses grandes músicos que, com suas gestões, abrilhantaram a trajetória deste relevante cenário da música no Rio de Janeiro. O pianista Jean Louis Steuerman e a soprano Angélica de La Riva completam o time que executa o recital.

Em mais de cinco décadas, a Sala Cecília Meireles foi palco de importantes momentos para a cultura do país. Artistas, orquestras e conjuntos renomados passaram por lá, deixando sua marca e promovendo a difusão da música clássica e popular.

O palco não foi o único lugar da Sala em que os artistas demonstraram seus talentos. Com grandes músicos na direção, a Sala Cecília Meireles se transformou ao longo do tempo e garantiu ao público o que há de melhor no cenário musical. É o caso dos três últimos diretores da casa, homenageados nesta edição do programa Partituras.

Sob a gestão do compositor João Guilherme Ripper, a Sala passou por uma ambiciosa e cuidadosa reforma, que restaurou os sons originais e aprimorou ainda mais a sua acústica. Além disso, em dez anos, ele promoveu inúmeros espetáculos marcantes como o ciclo com a Integral das Sonatas para Piano de Beethoven, nas mãos do pianista François-Frédéric Guy.

Já o pianista Jean Louis Steuerman foi responsável por programar prestigiosas estreias. Graças a ele que o público carioca pode, pela primeira vez, assistir ao vivo todas as sinfonias de Schubert.

Steuerman também se dedicou a realizar premières de música contemporânea, como o Mantra, de Stockhausen; obras de Manoury; e, ainda, a Segunda Sonata para Piano de Pierre Boulez.

Ao reassumir a gestão em 2017, Miguel Proença se comprometeu a reafirmá-la enquanto espaço de difusão da música de concerto. E assim o fez: trouxe, por exemplo, uma variedade de orquestras para o palco, realizou ciclos com obras de Brahms e Rachmaninov, criou a Série Sala Lírica, que foi um verdadeiro sucesso – com joias do repertório lírico e operístico.