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Hélio empresa dinheiro ao pai a pedido de Bibiana em 'Flor do Caribe'

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Divulgação TV Globo/João Miguel Júnior
Localizado na Vila dos Ventos, o bar comandado por Bibiana (Cyria Coentro) é o ponto de agito do local na trama de 'Flor do Caribe'. Cozinheira de mão cheia, ela recebe todos os dias os peixes fresquinhos que Donato (Luiz Carlos Vasconcelos), seu marido, pesca em seu barco, e, de seu fogão, saem as mais deliciosas moquecas que atraem os moradores e turistas.
Apesar do casamento sólido, Bibiana sofre com os constantes conflitos entre seu filho mais velho Hélio (Raphael Viana) e o pai. Ambicioso, Hélio não se conforma com a origem humilde e despreza o trabalho de Donato, que, ao longo da vida, sustentou a família como mestre-pescador no comando de uma traineira, a bordo da qual ele e outros homens partem diariamente para o trabalho da pesca.
Nos capítulos recentes da novela, em sua busca por ascensão, Hélio conquistou a confiança de Dionísio Albuquerque (Sérgio Mamberti) e começou a trabalhar como braço direito na empresa dele. Com isso, nos próximos capítulos, ao reencontrar o pai que passou anos preso por assumir um crime que o filho cometeu, Hélio conta sobre a novidade, mas não desperta nenhum entusiasmo em Donato, que só vê nele a ambição.

No entanto, Bibiana sabe que agora o filho pode ajudar financeiramente a família e, escondida do marido, pede dinheiro a Hélio para que o pai, agora livre, possa retomar a vida como pescador e compre um novo barco.

'Flor do Caribe’ é escrita por Walther Negrão e tem a direção artística de Jayme Monjardim, direção geral de Leonardo Nogueira e direção de Teresa Lampreia e Thiago Teitelroit. 
ENTREVISTA COM CYRIA COENTRO
O que você achou de Flor do Caribe ter sido escolhida para ser exibida em edição especial neste momento? Como você recebeu a notícia da volta da novela?
Fiquei imensamente feliz quando soube que ‘Flor do Caribe’ havia sido escolhida para ser reprisada. É uma novela leve, solar, alegre, apesar dos conflitos do triângulo amoroso que integra o núcleo central da trama. Nesse momento, será uma boa alternativa para o entretenimento nesse horário das 18h.
Qual a importância de Bibiana na sua carreira? Como se preparou para a personagem?
A Bibiana foi muito marcante na minha trajetória por ser uma personagem com uma abordagem diferente dos perfis que costumam integrar o meu currículo, de mulheres muito sofridas, com uma carga emocional pesada. Ela vive num universo mais descontraído por ser dona de um quiosque na beira da praia, por ter um casamento feliz, e, ainda assim, tem conflitos importantes, com o filho, Hélio, interpretado pelo ator Raphael Vianna, que me deram a oportunidade de imprimir na interpretação desafios emocionais. A alegria e humanidade da Bibiana adoçaram o meu olhar para o mundo, e o amor dela pela cozinha me inspiraram bastante. Hoje, sou uma cozinheira de mão cheia, como dizem as minhas filhas. Lembro da alegria dela, até hoje, quando estou cozinhando.
O que significou ‘Flor do Caribe’ na sua trajetória?   
Uma oportunidade de mostrar outras características, como atriz, uma dose de sensualidade, uma personagem sorridente, alegre, descontraída, também um reencontro com o Jayme Monjardim, diretor que eu amo muito trabalhar, pelo olhar sensível e humano que combina comigo, além do encontro com pessoas muito especiais, como Luiz Carlos Vasconcelos, Raphael Vianna e Livian Aragão. Lembro com carinho das cenas com os filhos. Amo a maternidade, e os atores eram muito doces e parceiros maravilhosos de cena, tanto o Rapha (Raphael Vianna) quanto a Livinha (Livian Aragão) e o Pablo Mothé. E as cenas com o Luiz Carlos. Ser humano luminoso, meu grande amigo até hoje.
   
Qual cena gostaria de rever?
São várias, a visita ao Donato, personagem do Luiz Carlos Vasconcelos, meu marido na trama, quando ele foi preso injustamente, a cena do tapa que a Bibiana deu no Alberto, personagem do Igor Rickli, e a cena do desespero da Bibiana ao saber que o filho foi acusado de sequestrar o Samuel, personagem do Juca de Oliveira, são inesquecíveis pra mim.
Como está passando os dias de isolamento social?
Como tudo na vida, tem altos e baixos, vantagens e desvantagens. Estou mais dedicada a mim mesma e às minhas filhas. Cuidando bastante da nossa alimentação, fazendo muita Yoga, muita meditação, um luxo ter tempo para me cuidar e prestar atenção em mim mesma. Ao mesmo tempo, muito difícil lidar com tantas mortes, incertezas e tanto isolamento. Sentindo muita falta dos amigos, do restante da família. Mas, como a característica mais imponderável da vida é a impermanência, tenho certeza de que, se está ruim agora, em algum momento, vai melhorar.


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