Curta! conta história da Ku Klux Klan em documentário inédito

Divulgação Curta!

As histórias de terror do suprematismo branco protagonizadas pela Ku Klux Klan, desde a luta contra a abolição da escravidão nos EUA e até os dias de hoje, são contadas em detalhes no documentário "Ku Klux Klan — Uma história americana", que chega com exclusividade ao canal Curta!.  

Dividido em dois episódios, o filme dirigido pelo cineasta francês David Korn-Brzoza (de "O último ano de Hitler") mostra como a organização terrorista foi desmantelada e reconstruída várias vezes ao longo das décadas. Nos anos 1920, chegou a desfrutar de status na sociedade e a eleger governadores, deputados e senadores. Até mesmo o presidente Harry Truman foi filiado à KKK, antes de chegar à Casa Branca.

A primeira parte do documentário se inicia com a criação da Ku Klux Klan, na cidade de Pulaski, no Tennessee. Foi formada por um grupo de veteranos confederados de ascendência escocesa, que se reuniam para beber e pregar peças em escravos recém-libertos pela abolição. 

A intimidação aos negros, principalmente os que votavam ou tinham empregos dignos, foi se tornando cada vez mais violenta, levando a assassinatos e linchamentos.

Cientistas políticos, professores de várias universidades — como as de Nova York, Chicago e Washington — e até um ex-membro da Klan dão depoimentos esclarecendo aspectos como o funcionamento interno da organização, além de curiosidades como a convocação do Super-Homem para lutar contra o grupo. A estreia é na Sexta da Sociedade, 5 de março, às 23h.

Barão Vermelho, de Cazuza e Frejat, tem trajetória narrada em filme de Mini Kerti

A trajetória de uma das bandas de rock mais icônicas do Brasil é tema do documentário de Mini Kerti, da Conspiração Filmes. “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?” foi o primeiro de uma série de antologias de artistas e grupos musicais de sucesso produzidos para estréia no canal Curta! 

O filme conta a história da banda formada originalmente por Cazuza, Frejat, Guto Goffi, Dé e Maurício Barros. Contando com rico material de arquivo e entrevistas, o filme, tendo como pano de fundo as muitas transformações por que passava o país,  mostra a formação do grupo, seus primeiros shows e programas de TV, o sucesso em um recém-inaugurado Circo Voador — ainda na praia do Arpoador, em Ipanema —, as polêmicas envolvendo o uso de drogas,  shows incendiados nos estádios, o troca-troca de integrantes e a nova geração da banda que ainda segue nos palcos. A exibição é na Segunda da Música, 1º de março, às 22h.

Segunda da Música – 01/03

22h – “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?” (Documentário)

A história de uma das bandas mais icônicas do rock nacional, precursora do movimento que mais tarde veio a se chamar "BRock". O documentário traz depoimentos dos músicos Frejat, Guto, Dé Palmeira, Maurício, Sergio Serra, Peninha, Fernando Magalhães, Rodrigo Santos e Dadi Carvalho, nas diferentes formações da banda. Entre as imagens históricas, estão os primeiros ensaios, filmados em super-8; o show no Teatro Ipanema, em 1983; os ensaios e shows no Circo Voador, emblemática arena de shows dos anos 80; e apresentações nos programas do Chacrinha e do Raul Gil. Diretor: Mini Kerti Duração: 108 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 02 de março, terça-feira, às 02h e às 16h; 03 de março, quarta-feira, às 10h; 06 de março, sábado, às 22h; 07 de março, domingo, às 11h50.

Terça das Artes - 02/03

22h35– "Assim É, Se Lhe Parece” (Documentário)

O artista plástico Nelson Leirner revela-se neste documentário despojado sobre a rotina e a intimidade de um criador iconoclasta. "Eu não queria ser artista, eu não queria ser nada", afirma, ironicamente, ao relembrar sua trajetória. Avesso à formação tradicional das academias de arte, apropriou-se com liberdade e sem preconceitos das informações e ferramentas que lhe serviram para a criação artística. Diretor: Carla Gallo. Duração: 107 min. Classificação: 12 anos. Horários alternativos: 03 de março, quarta-feira, às 2h35 e às 16h35; 04 de março, quinta-feira, às 10h35; 07 de março, sábado, às 19h25.

Quarta de Cinema – 03/03

22h05 – “Fotografação” (Documentário)

Narrado em primeira pessoa pelo diretor Lauro Escorel, “Fotografação” discute a representação do Brasil através do tempo e do trabalho de diversos fotógrafos, e chega aos dias atuais, refletindo sobre o impacto da fotografia digital na sociedade e no cotidiano da profissão. São vários os profissionais abordados pelo longa, que contribuem com lindas imagens e com importantes considerações. Entre eles, estão Boris Kossoy, Luiz Carlos Barreto, Pierre Verger, Marcel Gautherot, Marc Ferrez, Hildegard Rosenthal e José Medeiros.  Diretor: Lauro Escorel. Duração: 75 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 04 de março, quinta-feira, às 02:05 e 16h05; 05 de março, sexta-feira, às 10h05; 06 de março, sábado, às 15h30; 07 de março, domingo, às 22h30.

Quinta do Pensamento – 04/03

22h20 – “Pessoas — Contar Para Viver” (Documentário)

E se existisse um museu que, em vez de abrigar objetos materiais, coletasse e expusesse as histórias de vida de pessoas, famosas ou anônimas? Pois essa é a missão do Museu da Pessoa, que mantém, na internet, um rico acervo com mais de 18 mil depoimentos e cerca de 62 mil fotos e documentos. Convidados pela fundadora do museu, Karen Worcman, e pela produtora Minom Pinho, cinco documentaristas — Marcelo Machado, Marco Del Fiol, Pedro Cezar, Tatiana Toffoli e Viviane Ferreira — mergulharam nessas histórias de vida, como a de Amir Klink, que cruzou o Atlântico numa canoa, ou a de Tula Pilar, empregada doméstica que se tornou poeta. Desse material, nasceu o documentário “Pessoas — Contar Para Viver”, que retrata a vitalidade dos brasileiros e também as desigualdades que marcam a nossa sociedade. Duração: 90 min. Classificação: 10 anos. Horários alternativos: 05 de março, sexta-feira, às 02h20 e às 16h20; 06 de março, sábado, às 13h45; 07 de março, domingo, às 20h; 1º de junho, segunda-feira, às 10h15.

Sexta da Sociedade – 05/03

23h – “Ku Klux Klan, uma história americana” — “Parte 1: O Nascimento do Império Invisível” (Documentário, dividido em dois capítulos)

Em 1865, nos sul dos Estados Unidos, um punhado de veteranos da Guerra Civil fundou uma sociedade secreta: a Ku Klux Klan. Muito rapidamente, a Klan instituiu um reinado de terror entre a população negra recém-libertada. Assassinatos e linchamentos eram comuns. Em Washington, o Congresso lançou uma ofensiva contra o império invisível, que foi oficialmente destruído em 1872. Mas a Ku Klux Klan renasceu em 1915, graças ao filme “O Nascimento de uma Nação”, de D. W. Griffith. Sob uma nova liderança, evoluiu para se encaixar em uma América passando por grandes mudanças e ampliou seu comércio de ódio. A KKK tornou-se anti-imigrante, anticomunista, antissemita e anticatólica. Quase quatro milhões de americanos aderiram ao que se tornaria uma organização altamente influente. Mas, no final da década de 1920, escândalos e a crise econômica enfraqueceram o movimento, que acabou desaparecendo novamente após a Segunda Guerra Mundial. Direção: David Korn-Brzoza Duração: 52 min. Classificação: 16 anos. Horários alternativos: 06 de março, sábado, às 03h e às 11h45; 07 de março, domingo, às 18h; 08 de março, segunda-feira, às 17h; 09 de março, terça-feira, às 11h.

Sábado – 06/03

21h15 – "Matizes do Brasil” (Série) – Episódio “Rosana Paulino”
A paulistana Rosana Paulino despontou no cenário artístico nos anos 1990 e, até hoje, se distingue como voz singular ao abordar de forma afiada temas sociais, raciais e de gênero. Rosana trabalha com diferentes linguagens, como escultura, instalação, gravura, desenho e outros suportes, sempre evidenciando questões da sociedade brasileira. Neste episódio de “Matizes do Brasil”, a própria artista fala de sua trajetória e de alguns de seus trabalhos mais emblemáticos, como “Parede de Memória” (1994) e “Atlântico Vermelho” (2016). Também ciceroneiam o espectador pelo universo de Rosana a artista Renata Felinto e os curadores Valéria Piccoli e Pedro Nery.  Diretores: Bianca Lenti. Duração: 26 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 07 de março, domingo, 11h20.

Domingo – 07/03

13h50 – “O mês que não terminou” (Documentário)

O filósofo Francisco Bosco e o artista plástico Raul Mourão se juntam na direção deste documentário, que faz uma análise crítica do período de turbulências sociais no Brasil de junho de 2013 até a eleição de Jair Bolsonaro. O filme investiga a crise do lulismo, a operação Lava-Jato, o impeachment de Dilma Rousseff e a ascensão da extrema-direita. Diretores: Francisco Bosco e Raul Mourão. Duração: 107 min. Classificação: 14 anos. 
Anderson Ramos

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