'Prazer, Renata': Renata Ceribelli comanda novo podcast do 'Fantástico'

Divulgação

Apresentadora, correspondente internacional e repórter, a jornalista Renata Ceribelli já ocupou diferentes funções desde 1999, quando passou a fazer parte da equipe do Fantástico, e em todas exerceu sua enorme capacidade de contar boas histórias. Agora, a sensibilidade da jornalista está disponível em um novo formato: ela é a apresentadora do podcast ''Prazer, Renata'', disponível no Globoplay, no G1 e nas principais plataformas de áudio, que apresenta conversas e trocas de experiências entre mulheres de diferentes gerações.  
 
“Já parou para pensar o quão é enriquecedor escutar as diferentes gerações? Imagina então reunir mulheres de diferentes idades, momentos e fases de vida para debater temas voltados para o universo feminino. Sou de uma geração formada por mulheres corajosas, que não tiveram medo de deixar dois ou três casamentos e recomeçar a vida em busca da felicidade”, diz Renata Ceribelli, que pela primeira vez se aventura ao universo do áudio. “Tem sido um grande aprendizado para mim. É uma espécie de libertação de imagem, pois ninguém vai reparar o que visto ou calço, apenas o que eu falo e as minhas palavras”, completa.   
 
Puberdade e menopausa, vida profissional e pessoal, viver bem após os 60 de idade, relação entre mães e filhas e sexo são alguns dos temas que norteiam o programa. O primeiro episódio terá presença de Marcela Ceribelli, filha da apresentadora, que também é podcaster. Além disso, a atriz Lilia Cabral e a filha dela, Giulia Bertolli, participarão do programa. 
 
Os episódios de “Prazer, Renata” são semanais e serão lançados sempre às segundas-feiras. 
  
Entrevista Renata Ceribelli 
 
De onde veio a inspiração para o ''Prazer, Renata''?  
Renata Ceribelli: O nome 'Prazer, Renata' veio de uma pergunta que lancei no meu Instagram: Qual assunto vocês gostariam de me ouvir falando em um podcast para mulheres? E a maioria respondeu: 'prazer'. Tem o prazer de viver, o prazer de envelhecer, o prazer de compartilhar experiências, o prazer do sexo. Achamos bacana incluir a palavra “prazer” no nome e, no fim, acabou tendo um sentido duplo, porque remete também a uma Renata que está se apresentando de uma outra maneira para o público, já que é minha primeira experiência nessa plataforma, onde sou menos entrevistadora e mais uma participante que também fala coisas pessoais e muitas vezes íntimas mesmo. 
 
Pode-se dizer que a vontade de ser tornar uma ''podcaster'' foi inspirada na sua filha Marcela? 
Renata Ceribelli: Mais do que inspirada na minha filha, eu diria muito incentivada por ela. A Marcela sempre me disse: ‘mãe, você precisa ter um podcast, é uma plataforma nova, você tem que entrar nesse mundo’. A partir daí comecei a ouvir e me interessar mais. Um aprendizado que estou adorando.  
 
Existem muitos tabus relacionados ao envelhecimento. O que para você é ''envelhecer bem''? E como encara a percepção do público em geral sobre o tema? Existe um intuito de surpreender e estimular um novo olhar?  
Renata Ceribelli: Na minha opinião, envelhecer bem é envelhecer com saúde física e mental. E eu acho que quando juntamos mulheres de várias gerações para falar no nosso universo, acabamos estimulando sim um novo olhar para o envelhecer. Eu sempre gosto de citar a frase que encerra a biografia da Elza Soares, escrita pelo Zeca Camargo, quando ele lhe pergunta sua idade. E ela responde: Zeca, “eu não tenho idade, eu tenho tempo.” Eu acho que a idade não nos define mais, mas sim nossa experiência de vida. 
Anderson Ramos

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