Futebol feminino: No 'Galera Esporte Clube', atletas do futebol profissional apontam diferença de salários entre homens e mulheres: “Fazemos a mesma coisa”

Divulgação RedeTV!

Nesta quarta-feira (25), o programa 'Galera Esporte Clube' traça um panorama do futebol feminino no país, desde o surgimento dos primeiros times profissionais em 1980, quando a prática deixou de ser proibida por lei.
 
Lucas Strabko, o Cartolouco, acompanha de perto a rotina de Carina Gomes, a Cacau, titular do Corinthians, e Micaela Silva, a Mica, jogadora da Portuguesa, para mostrar a diferença entre o futebol feminino e o masculino, refletida no dia a dia destas atletas. 
 
No Corinthians desde 2016, Cacau expõe a discrepância salarial entre as categorias. “Financeiramente os salários do feminino não são tão absurdos igual aos do masculino. Deveria ser o normal para nós, já que fazemos a mesma coisa”, afirma ela, que iniciou a carreira como jogadora profissional em 2006, aos 20 anos. “Meu primeiro salário foi de 300 reais. O que eu ganhava no futebol não era suficiente, então quando não estava no Centro Olímpico eu trabalhava como motogirl”, revela.
 
Rotina essa similar à de Mica que, atualmente, além de jogar pelo clube, também faz entregas de comida por aplicativo para complementar a renda.
 
Ainda nesta edição do ‘Galera Esporte Clube’, Cartolouco conversa com a ex-jogadora do Grêmio, Roberta Cristina da Rosa, que não teve seu contrato renovado com o clube após o nascimento do seu primeiro filho.

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O jornalista também bate um papo com o jogador trans Marcelo Nascimento Leandro, que antes da transição de gênero em 2019 atuava pelo futebol feminino do Corinthians. Após passar por um quadro de depressão que envolvia a transexualidade e questões familiares, Marcelo decidiu iniciar o tratamento hormonal que o retiraria definitivamente do clube paulista.
 
“A partir do momento que eu iniciasse a transição hormonal, tomasse a primeira dose de testosterona, não poderia mais competir com as meninas, porque seria um dopping, seria antiético da minha parte", revela ele, que está há mais de um ano e meio fora dos campos.
 
Atualmente, não existe nenhum jogador transgênero no futebol masculino brasileiro e Marcelo revela o desejo que este cenário mude, que consiga entrar em um clube em breve: “Estou trabalhando para isso”.
 
A matéria completa será exibida no 'Galera Esporte Clube' desta quarta-feira (25), às 23h30, na tela da RedeTV!.
Anderson Ramos

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