Discovery estreia a quarta temporada de ''Febre do Ouro: Corredeiras do Alasca''

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A quarta temporada de FEBRE DO OURO: CORREDEIRAS DO ALASCA (Gold Rush: White Water) estreia na sexta-feira, 22 de outubro, às 23h, com os registros da aventura em condições extremas que os mineradores Fred e Dustin Hurt, pai e filho, encaram. Em busca de jazidas submersas, eles mergulharão nas corredeiras mortais do Alasca.

Os novos episódios de uma hora acompanham a dupla e os profissionais de apoio enquanto a equipe empreende uma das mais arriscadas missões de mineração já documentadas – dessa vez, eles correm contra o tempo para compensar as perdas causadas pela pandemia.

No coração do Alasca, onde a natureza selvagem impõe duras regras de sobrevivência, há um cânion esculpido pelas corredeiras do rio McKinley. Ali, debaixo das águas congelantes, sob o fluxo rápido que se choca com violência contra o fundo rochoso, há ouro. Tão promissor quanto inacessível, este é o novo local de mineração escolhido pelos Hurt. Há 120 anos, os pioneiros retiraram mais de cinco milhões de dólares naquela mesma região – o histórico é o bastante para fazê-los acreditar que ainda haja tesouros escondidos ali.

Depois de 10 anos explorando o garimpo de Porcupine Creek pai e filho partiram rumo a McKinley, onde o ouro se esconde sob águas revoltosas. Eles têm a região inteira para si – se, por um lado, tudo que encontrarem fica em família, por outro eles não têm referências da localização das jazidas e precisaram mapear esse terreno difícil do zero e com ajuda de poucos colaboradores. A natureza é implacável: explorar as corredeiras de McKinley exige não só faro para ouro, mas habilidades em escalada, engenharia, disposição e persistência.

Dustin tem 43 anos; Fred, 76. Os dois arriscam suas vidas mergulhando com roupas especiais que os protegem contra o frio e lutando contra a força das águas torrentes. Acessar o local das buscas requer uso de equipamentos de guincho que vençam o desfiladeiro de mais de 120 metros.

No primeiro episódio, pai e filho correm contra o relógio. O início tardio da temporada devido à pausa nas atividades em decorrência da pandemia faz com que o período de mineração ficasse mais curto e, com o derretimento acelerado da neve, a dupla enfrenta dificuldades sem precedentes.

Dustin explica que o preço do ouro está em alta e que ele está certo de ter encontrado o local que guarda uma fortuna: Rockfall Ravine, uma garganta perigosa que conduz o rio por entre as montanhas – ao longo dos milhões de anos, o curso da água foi esculpindo o trajeto. No fundo da cachoeira estreita e com grande volume está o objetivo da dupla: o poço criado pelo impacto da água é um jazida onde se acumularam as pepitas trazidas rio abaixo e vindas uma fenda transversal preenchida por ouro. O acesso é difícil, exige um trecho de tirolesa sobre o penhasco de 120 metros de altura antes do mergulho.

Fred admite que essa pode ser a sua última temporada no Alasca – e Dustin começa os trabalhos sem o pai, que continua em isolamento em casa, no estado americano de Oregon. Mas Fred está decidido a aproveitar a sua 17a – e potencialmente última – chance no Alasca. Ainda no episódio de estreia, ele se prepara e parte ao encontro do filho para mais uma aventura.

Anderson Ramos

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