ID estreia a nova série ''Decifrando Crimes''

Divulgação

Na quarta-feira, 10 de novembro, às 22h25, o ID estreia DECIFRANDO CRIMES (Dead Reckoning), sua nova série original. Em episódios de uma hora, a produção recapitula as investigações de assassinatos cercados por mistério, crimes que fizeram parte de tramas intricada e repletas de reviravoltas.

Cada episódio tem duração de uma hora e rememora os principais achados das investigações de um crime, com narrativa que recria o suspense real. Depoimentos exclusivos de familiares das vítimas e investigadores que trabalharam no caso aparecem junto a dramatizações e materiais de arquivo para reconstituir o complexo trabalho que levou os assassinos à justiça.

Solucionar um assassinato é como montar um quebra-cabeça. Às vezes, as peças se encaixam com facilidade. Mas há casos marcados por uma sucessão de enigmas e perguntas sem respostas – são esses os escolhidos por DECIFRANDO CRIMES. Para encontrar a chave que resolva esses mistérios da vida real, a polícia deve reconstruir meticulosamente o que aconteceu nos momentos cruciais que antecederam e sucederam o crime.

Isso inclui a procura por todas as pistas que a vítima possa inadvertidamente ter deixado sobre a identidade de seu algoz: de interações nas redes sociais a pesquisas salvas nos serviços de busca on-line e canhotos de compras ou ingressos jogados no lixo. Ao vasculhar os locais mais improváveis, evidências sutis podem ser as peças que faltavam para que tudo se encaixe.

O episódio de estreia da série retorna à noite de 5 de dezembro de 2014, quando um incêndio de grandes proporções acordou um bairro inteiro de Charlottesville, cidade do estado americano de Virgínia, pouco antes da meia noite.

Após mais de uma hora de combate às chamas, os bombeiros conseguiram entrar na casa. Dentro dela a polícia encontrou os corpos carbonizados de Mani Aldridge, de 17 anos, e de sua mãe, a professora Robin. Quando os detetives Steven Cason e Jeremy Carper viram os corpos, perceberam que as duas vítimas provavelmente teriam sido assassinadas antes do início do incêndio. Ou seja, o fogo tinha por objetivo esconder as causas e motivos do duplo homicídio.

Assim teve início uma jornada por evidências – em meio aos registros de ligações dos celulares que não estavam na cena do crime, a atividades nas redes sociais e a objetos e itens descartados no lixo – que visava responder à pergunta que solucionaria o caso: por que alguém assassinaria uma adolescente e uma professora?

Anderson Ramos

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