ID estreia a nova série ''Mentes Suspeitas''

Divulgação

Em uma investigação criminal, a suspeita pode ser o primeiro passo rumo à verdade, ou a rota para o fracasso completo. O que começa com uma centelha de dúvida sobre alguém ou um acontecido logo se alastra e pode turvar os fatos, contaminando as versões dos próprios investigadores.

MENTES SUSPEITAS (Suspicious Minds), nova série original que o ID estreia na terça-feira, 16 de novembro, às 21h35, narra casos reais de assassinato, todos eles marcados por esse tipo de dúvida persistente. Cada um dos episódios com duração de uma hora foca nas investigações de um caso diferente, privilegiam narrativa que enfatiza o suspense e os dramas humanos em torno dos crimes.

Os detetives que veem a si mesmos absorvidos pelos casos, revolvendo evidências que possam fazer a diferença entre a intuição certeira e a aposta infundada; os familiares da vítima que suspeitam de pessoas até então próximas; a vizinhança que vive o medo crescente de que haja um assassino entre os seus – enquanto o crime não chega a um desfecho, todos eles são MENTES SUSPEITAS.

Na série, depoimentos de oficiais que elucidaram os casos, entrevistas com pessoas próximas às vítimas, dramatizações e materiais de arquivo – entre fotos e gravações de testemunhos – compõem as reconstituições dos casos e das principais etapas das respectivas investigações. 

O episódio de estreia retorna a janeiro de 1995, quando a adolescente Erica Miller, então com 19 anos, desapareceu na cidade de York, no estado americano da Pensilvânia. Brenda Miller, mãe de Erica, acionou a polícia 48 após o desaparecimento da filha.

Rob Eckenrode, uma das fontes da produção, foi o detetive encarregado do caso. Era inverno no hemisfério norte e Erica deixou sua carteira e pertences antes de deixar a casa para o que deveria ser uma saída rápida. Os boatos se avolumaram enquanto Brenda procurava a filha desesperadamente e Rob descobria uma sucessão de suspeitos.

Amigos e colegas revelam detalhes inesperados sobre a vida da jovem e suas últimas interações antes de desaparecer. O detetive acredita que, quando saiu de casa naquela noite, Erica se sentia traída por alguém muito próximo a ela. Depois de seis semanas de buscas, quando o corpo de Erica foi encontrado, a única coisa mais horripilante do que a cena do crime foi a revelação do quão perto esteve o assassino durante toda a investigação.
Anderson Ramos

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