Reginaldo Faria relembra os desafios de atuar em 'O Clone': "Ter um filho clonado era assustador"

Divulgação Globo/João Miguel Júnior

A maior preocupação de Reginaldo Faria ao interpretar o empresário Leônidas em 'O Clone' foi saber como se comportar ao descobrir que teve um filho clonado. Ele conta que se preparou com antecedência para passar pela situação na trama de Gloria Perez. "A primeira pergunta que me fiz foi de como me comportaria sabendo que meu filho foi clonado. Se fossem gêmeos, o processo seria natural e os veria crescer. Mas clonado e com idade de vinte e poucos anos é assustador. Preparei meu espírito para isso. E, logicamente, o processo de gravação iria me conduzir e apresentar emoções novas", revela o ator.     
 
Apesar dos momentos dramáticos ao lado dos filhos, Leônidas vive situações alegres ao lado de Yvete (Vera Fischer), que o chama carinhosamente de 'Leãozinho'. A parceria com Vera Fischer foi um dos pontos fortes da trama. "Eu não tinha noção do que seria a química entre mim e Vera Fischer. Até porque, era a primeira vez em minha carreira que iria contracenar com ela. Para mim, Vera era um mito. Lembro que, em uma das cenas, segurei na mão dela e disse: ‘Nossa! Que mão grande você tem’. Ela respondeu: ‘Tudo em mim é grandioso.’ Eu me apoiei nessa frase dela. E juntos criamos a empatia que o casal precisava. Deu certo. Vera, além de boa atriz, é uma excelente companheira", elogia. Em entrevista, Reginaldo relembra um pouco mais sobre o trabalho.    

 Exibida no 'Vale a Pena Ver de Novo', ‘O Clone’ é escrita por Gloria Perez, com direção de núcleo e geral de Jayme Monjardim, direção geral de Mário Márcio Bandarra e Marcos Schechtmann, e direção de Teresa Lampreia e Marcelo Travesso.
 
 ENTREVISTA COM REGINALDO FARIA
  
 O que você recorda de todo o processo de construção do Leônidas e como foi a preparação para interpretá-lo? 
A primeira pergunta que me fiz foi de como me comportaria sabendo que meu filho foi clonado. Se fossem gêmeos, o processo seria natural e os veria crescer. Mas clonado e com idade de vinte e poucos anos é assustador. Preparei meu espírito para isso. E, logicamente, o processo de gravação iria me conduzir e apresentar emoções novas.
 
O casal Leônidas e Yvete caiu no gosto do público. Como era a sua troca com a Vera Fischer?
Eu não tinha noção do que seria a química entre mim e Vera Fischer. Até porque, era a primeira vez em minha carreira que iria contracenar com ela. Para mim, Vera era um mito. Lembro que, em uma das cenas, segurei na mão dela e disse: “Nossa! Que mão grande você tem”. Ela respondeu: “Tudo em mim é grandioso”. Eu me apoiei nessa frase dela. E juntos criamos a empatia que o casal precisava. Deu certo. Vera, além de boa atriz, é uma excelente companheira.
 
Essa novela é um de seus trabalhos mais marcantes na carreira? 
Durante o período de gravações não percebi tanta repercussão do meu trabalho, embora a novela estivesse no auge do sucesso. Como sou um sujeito caseiro, não senti tanto esse retorno através do nosso público. Só soube disso mais tarde, quando a novela foi exibida na Rússia. Recebi centenas de mensagens das mulheres russas.
 
Na época, o que o público daqui falava com você sobre a novela?
A nossa cultura é novelesca desde os tempos das novelas radiofônicas. Muitas pessoas davam nomes aos filhos através dos personagens de novelas. Na época as pessoas queriam saber se o Leãozinho iria ficar com a Yvete.
 
Com a venda da novela para muitos países, em suas viagens você deve ter sido bastante reconhecido. Em quais países que visitou o público foi mais caloroso? 
Não fiz muitas viagens. O que de fato marcou foram as mensagens vindas pelas redes sociais, especialmente das mulheres russas.
Anderson Ramos

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