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'Profissão Repórter’ desta terça-feira mostra a realidade de pessoas que ficaram desempregadas durante a pandemia e precisaram ir às ruas para pedir ajuda

Divulgação Globo

Desde que a pandemia começou no Brasil, há quase dois anos, quem transita pelas grandes capitais do país percebe um aumento considerável de pessoas nas ruas com uma cartolina estendida pedindo ajuda nos sinais, com mensagens escritas à mão. Muitas delas perderam seus empregos e contam suas necessidades e aflições nestas placas tentando sensibilizar motoristas e pedestres implorando socorro. O 'Profissão Repórter' desta terça-feira, dia 1, mostra quem são alguns desses brasileiros e suas realidades. 
 
De domingo a domingo, Ana Paula Francisco e o filho Enzo, de seis anos, passam dez horas em pé pedindo ajuda em um bairro nobre, na Zona Oeste de São Paulo. Nas mãos, Ana leva uma placa em que explica que a pandemia e a fome a colocaram ali. Essa foi a maneira que encontrou para alimentar os cinco filhos que tem. Alguns motoristas passam e apenas olham, outros xingam ou simplesmente ignoram. Mas com um pouco de paciência é possível encontrar também quem se disponibiliza a ajudar. A repórter Mayara Teixeira acompanhou por três meses a trajetória dessa família, a batalha para conseguir o auxílio federal destinado às pessoas de baixa renda, o retorno das crianças às aulas presenciais e a tentativa de reformar a casa. 
 
Já o repórter Thiago Jock acompanhou o casal Aline e Diogo. Os dois procuram emprego pelo menos uma vez por semana, dia em que não estão segurando as cartazes pedindo ajuda. Eles têm dois filhos que nasceram durante a pandemia. O texto muda conforme a necessidade. Num dia, a placa pede fraldas. No outro, óleo ou gás de cozinha. Eles se revezam no cuidado aos filhos na hora de fazer entrevistas de emprego ou entregar currículos. Já o repórter Guilherme Belarmino conheceu uma idosa desempregada que só topou contar sua história com a condição de não ser identificada. Ela atravessa São Paulo todos os dias para pedir dinheiro longe de casa porque não quer que a família e os vizinhos saibam que está passando dificuldade. 
 
O ‘Profissão Repórter’ desta terça-feira começa logo depois do ‘Big Brother Brasil’.

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