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Ciência é Tudo destaca a geração de energia renovável no país

Divulgação

Os principais temas da edição inédita do programa Ciência é Tudo que a TV Brasil exibe neste sábado (26), às 9h30, envolvem a produção de energia eólica no litoral do país, uma exposição sobre o cientista Álvaro Alberto da Mota e Silva, um projeto de pesquisa no Oceano Atlântico e um sistema de laboratórios que busca promover o desenvolvimento tecnológico na Amazônia.

Para salientar a importância das energias renováveis, a atração apresenta um projeto de mapeamento para descobrir o potencial de produção da energia eólica na margem equatorial brasileira. A área total inserida no levantamento corresponde a 38,6% da orla nacional.

A iniciativa prevê investimento para a identificação das regiões mais promissoras à implantação de parques eólicos no litoral do país. A pesquisa abrange seis estados: Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte, Amapá e Pará.

O programa mostra que o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações firmaram convênio para desenvolver essa análise. O mapeamento deve durar dois anos.

A proposta busca identificar as melhores áreas de potencial eólico para fomentar o desenvolvimento de ações. Os trabalhos contemplam medições de velocidade e direção dos ventos em pontos estratégicos bem como para estruturas de projetos eólicos offshore.

Exposição interativa

O Ciência é Tudo ainda acompanha uma exposição no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), sediado no Rio de Janeiro, sobre Álvaro Alberto da Mota e Silva, um dos principais cientistas brasileiros. A mostra apresenta a vida e o legado de um dos estudiosos mais importantes no campo da energia nuclear no país.

Em sua trajetória, o pesquisador fomentou investimentos nas áreas de ensino, ciência e tecnologia. Entre as principais contribuições do cientista estão a implementação do Programa Nuclear Brasileiro e a criação do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), entidade federal de incentivo à pesquisa.

Organizada em três eixos, a mostra revela a história da ciência no país e aponta alguns marcos da vida do pesquisador. Também destaca o desenvolvimento da energia nuclear no Brasil com elementos tecnológicos e futuristas. O último trecho da exposição oferece uma experiência imersiva por diferentes espaços envolvidos nas disciplinas e instituições científicas que o homenageado ajudou a difundir.

Projeto AtlantECO

O programa do canal público traz uma reportagem sobre uma pesquisa inovadora com o Projeto AtlantECO, financiado pela União Europeia e que tem a participação de pesquisadores brasileiros. A iniciativa vai analisar os efeitos de mudanças climáticas no Oceano Atlântico.

A finalidade é desenvolver ferramentas de diagnóstico e métricas para avaliar e prever mudanças no oceano. Um dos desafios do projeto é compreender de que modo o microbioma, os poluentes, a circulação oceânica e as suas interações afetam o funcionamento dos ecossistemas, a biodiversidade e a sensibilidade às mudanças climáticas.

O potencial de exploração sustentável dos recursos naturais do Atlântico também está no mote de ação. Além do estudo no ambiente marinho, ainda estão previstos eventos direcionados à conscientização ambiental. A ideia é incentivar a ciência cidadã, a promoção da cultura oceânica e o desenvolvimento de um programa de capacitação em larga escala para profissionais e estudantes.

Fomento à tecnologia na Amazônia

A atração apresentada por Waldecir de Oliveira ainda exibe uma matéria especial sobre o Sistema Amazônico de Laboratórios Satélites - SALAS MCTI. O projeto visa a instalação de infraestruturas de apoio à pesquisa científica na Amazônia.

Esses laboratórios podem servir como ponto de apoio e polos de pesquisa científica. A ideia é proporcionar a geração de conhecimento e desenvolvimento tecnológico na região a partir da biodiversidade brasileira, com benefícios econômicos e sociais para a população da Amazônia.

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