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Douglas Silva estrela homenagem do Globoplay ao Dia do Cinema Brasileiro

Divulgação

Em celebração ao Dia do Cinema Brasileiro, comemorado neste domingo (19), o Globoplay prepara uma ação especial com a participação do ator Douglas Silva. Com o convite: ‘Viva o Cinema Brasileiro’, o filme será lançado nesse fim de semana e promove um passeio por clássicos do cinema nacional a títulos que são grandes sucesso de bilheteria. A homenagem destaca alguns dos mais de 150 títulos que integram o vasto catálogo de filmes nacionais do Globoplay, uma seleção de obras-primas que marcaram importantes fases da trajetória cinematográfica do país.   

Entre os títulos selecionados, estão todos os filmes brasileiros que já concorreram ao Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional, além de várias outras opções premiadas em relevantes festivais de cinema, passando também por coproduções da Globo Filmes, como: Carandiru, Aquarius, Marighella e Bacurau. ‘Se é filme brasileiro, tem no Globoplay!’, avisa Douglas Silva na ação especial. Programe-se para maratonar grandes clássicos até os sucessos atuais, começando pela seleção abaixo de 20 clássicos que integram o catálogo: 

Rio, 40 graus (1955): Precursor do cinema nacional, o filme de Nelson Pereira dos Santos aborda o cotidiano do Rio de Janeiro. Em um dia de verão, cinco garotos pobres saem da favela onde vivem para vender amendoim pela cidade e presenciam casualidades e incidentes cariocas.   

O Pagador de Promessas (1962): Único filme brasileiro a conquistar o prêmio A Palma de Ouro e primeiro longa nacional indicado ao Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional, traz a história de ‘Zé do Burro’ (Leonardo Villar), que depois que seu burro de estimação é atingido por um raio, promete carregar uma cruz nas costas até a igreja de Santa Bárbara. Porém, sua jornada vira um pesadelo.   

Terra em Transe (1967): Listado entre os cinco melhores filmes nacionais pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema e vencedor de prêmios em Cannes e em Havana, o drama dirigido por Glauber Rocha, expoente e teórico do cinema novo, mostra o país fictício da América Latina. Eldorado é palco de uma convulsão interna desencadeada pela luta por poder. No centro dos acontecimentos, está o jornalista Paulo Martins.   

Macunaíma (1969): A comédia de Joaquim Pedro de Andrade exibe a história de ‘Macunaíma’, um herói preguiçoso e sem caráter, vivido por Grande Otelo e Paulo José. Nascido na Amazônia, um menino cresce habituado a malandragens. Certo dia, chega a São Paulo e vive as aventuras na cidade.   

Dona Flor e seus dois maridos (1976): Durante o carnaval baiano, Vadinho (José Wilker) morre. Após um tempo, a viúva se casa novamente. Porém, a monotonia conjugal faz com que Dona Flor (Sônia Braga) invoque a presença do falecido marido. A comédia é dirigida por Bruno Barreto. 

O beijo da mulher aranha (1986): O drama de Hector Babenco exibe a história nos porões da ditadura latino-americana, em que dois presos convivem na mesma cela. Luis Molina (William Hurt) é condenado por corrupção de menores; enquanto Valentin (Raul Júlia) é torturado para delatar companheiros. 

O Quatrilho (1995): O romance dirigido por Fábio Barreto celebra o casamento de Ângelo (Alexandre Paternost) e Teresa (Patrícia Pillar). Com o tempo, porém, Teresa desencanta-se. Mássimo (Bruno Campos) chega ao povoado e, quando a encontra, não consegue esconder a atração que sente. Foi indicado ao Oscar na Categoria Melhor Filme Internacional.   

O que é isso, Companheiro? (1998): Dirigido por Bruno Barreto, o filme policial se passa durante a ditadura militar. Na trama, jovens optam pela luta armada para enfrentar o regime. Integrantes do MR-8 e da ALN sequestram o embaixador americano em troca de prisioneiros políticos. Reúne no elenco, nomes como Pedro Cardoso, Fernanda Torres, Selton Mello, Luiz Fernando Guimarães, Matheus Nachtergaele, Claudia Abreu e Caio Junqueira. Foi indicado ao Oscar na Categoria Melhor Filme Internacional.   

Central do Brasil (1998): Dora (Fernanda Montenegro) trabalha escrevendo cartas para analfabetos na estação Central do Brasil. Uma de suas clientes tenta reaproximar o filho do pai. Mas ela morre e Dora acolhe a criança, partindo em busca do pai. Com direção de Walter Salles, o filme recebeu diversos prêmios e indicações ao redor do mundo, incluindo ao Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional e da atriz Fernanda Montenegro ao Oscar de Melhor Atriz.   

O Auto da Compadecida (2000): Com direção de Guel Arraes e produção Globo Filmes. A comédia conta a história de João Grilo (Matheus Nachtergaele), um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó (Selton Mello), o mais covarde dos homens, lutam pelo pão de cada dia e enganam a todos do pequeno vilarejo de Taperoá, no serão da Paraíba. 

Cidade de Deus (2002): A trama policial de Fernando Meirelles conta a história de Buscapé (Alexandre Rodrigues), um jovem morador da Cidade de Deus que cresce em meio à violência. Com medo de se tornar um bandido, enxerga na fotografia uma oportunidade de ter um destino diferente. Vencedor BAFTA, na categoria Melhor Montagem. O filme foi indicado em quatro categorias (direção, roteiro, fotografia e montagem) no Oscar de 2004. O longa tem coprodução da Globo Filmes. 

Edifício Master (2002): Dirigido por Eduardo Coutinho, um dos maiores documentaristas da história do cinema brasileiro, o filme registra o cotidiano do Edifício Master, em Copacabana (Rio de Janeiro), que tem 276 apartamentos e 12 andares. Os moradores revelam dramas, solidões, desejos e vaidades.   

Carandiru (2003): O filme mostra as histórias de crime, vingança, amor e amizade vivenciadas pelo médico Drauzio Varella ao longo dos mais de 12 anos em que trabalhou na Casa de Detenção de São Paulo. A trama é dirigida por Hector Babenco e tem coprodução da Globo Filmes. 

2 Filhos de Francisco (2005): Um lavrador do interior de Goiás tem o sonho de fazer com que dois dos seus nove filhos sejam famosos cantores de música sertaneja. A história é inspirada na biografia de Zezé di Camargo e Luciano. Dirigido por Breno Silveira, o filme tem coprodução da Globo Filmes. 

Tropa de Elite (2007): O filme narra o dia a dia de um grupo de policiais e de um capitão do BOPE (Wagner Moura) que é pressionado pela esposa para deixar a corporação e tentar encontrar um substituto para seu posto. Ao mesmo tempo, dois amigos se candidatam ao curso de formação da Tropa de Elite. Com direção de José Padilha, a obra foi indicada ao Festival de Cinema de Berlim, e recebeu o ‘Urso de Ouro’ de melhor filme.   

Que Horas Ela Volta? (2015): O drama de Anna Muylaert, mostra a história da pernambucana Val (Regina Casé) que se mudou para São Paulo, a fim de tentar melhores condições de vida para sua filha Jéssica (Camila Márdila). No entanto, ela convive com a culpa por não ter criado sua filha. No decorrer da trama ela recebe um telefonema que lhe abre uma segunda chance. O longa tem coprodução da Globo Filmes e recebeu o prêmio da ‘Confederação de Cinema de Arte e Ensaio’ na seção Panorama do Festival de Berlim e o Prêmio de melhor interpretação feminina, dividido entre Regina Casé e Camila Márdila, no Festival de Sundance de Cinema em 2015. 

Aquarius (2016): Clara (Sônia Braga) mora sozinha em um apartamento no Recife. Uma construtora conseguiu comprar quase todos os imóveis do prédio, menos o dela. Recusando-se a vendê-lo, ela sofre diferentes tipos de assédio. O filme é dirigido por Kleber Mendonça Filho e tem coprodução da Globo Filmes. 

Minha mãe é uma peça 3 (2019): Filme brasileiro de maior arrecadação nas bilheterias até hoje, a comédia de Susana Garcia exibe a história de Dona Hermínia - papel protagonizado e eternizado por Paulo Gustavo - na descoberta que a filha Marcelina (Mariana Xavier) está grávida e que Juliano (Rodrigo Pandolfo) - seu outro filho - vai se casar. Diante do novo cenário, ela desafia-se a lidar com as próprias emoções, focando em outras tarefas. O longa tem coprodução da Globo Filmes. 

Bacurau (2019): O suspense de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles é retratado direto do sertão brasileiro, um pequeno povoado conhecido por Bacurau. Pouco após a morte de Dona Carmelita (Lia de Itamaracá), estranhos episódios começam a acontecer, e Lunga (Silvero Pereira) é chamado para ajudar os conterrâneos. Venceu o relevante prêmio ‘New York Film Critics Circle Awards’ na categoria Melhor Filme Estrangeiro. O longa tem coprodução da Globo Filmes e ganhou o prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2019.   

Marighella (2021): Dirigido por Wagner Moura, o filme mostra a história de Carlos Marighella (Seu Jorge), um homem que não teve tempo para ter medo. Decidido a lutar contra o regime militar, ele deixa para trás seu filho para pegar em armas, tornando-se um notório inimigo da ditadura. O longa tem coprodução da Globo Filmes. 

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