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Emoção sob o olhar de quem assiste: 'A Copa Que Eu Vi' estreia neste fim de semana

Divulgação Globo/Fábio Rocha

Copa do Mundo é um acontecimento que extrapola o futebol. Paralelamente às disputas dentro das quatro linhas, o que move a expectativa em torno do evento são as histórias. A emoção de quem assiste e as memórias que se guarda a cada quatro anos. São essas lembranças que 'A Copa Que Eu Vi' resgata a partir da noite deste sábado, dia 6. No primeiro conteúdo especial produzido pela Globo para a Copa do Mundo do Catar, personalidades são convidadas a fazer uma imersão nas imagens de uma Copa especial, abrir seus baús de recordações e reviver as emoções do passado. Na estreia, Ary Fontoura fala sobre a Copa de 1958, o primeiro título da seleção brasileira. 
 
Os 16 episódios da série serão exibidos em ordem cronológica, em uma contagem regressiva que se encerra no fim de semana que antecede a Copa do Catar. A TV Globo exibe um programete de um minuto e meio no intervalo de ‘Pantanal’ aos sábados, e uma versão estendida no ‘Esporte Espetacular’, aos domingos. “É comum buscarmos depoimentos de quem jogou uma Copa do Mundo. Desta vez resolvemos ouvir as histórias de quem assistiu. Todo mundo tem uma boa história de Copa para contar. E criamos no estúdio a experiência de imersão, promovendo uma viagem no tempo para que nossos personagens pudessem relembrar histórias com ainda mais emoção”, explica Gustavo Maria, Diretor de Redação do Esporte da Globo.
 
No primeiro episódio, o ator Ary Fontoura revive o primeiro título da seleção brasileira em 1958. "Essa vitória fantástica foi uma espécie de previsão para o mundo de quanto o futebol brasileiro seria importante como é hoje em dia", lembra Ary. O Brasil de 1958 tinha outra capital. Era no Rio de Janeiro que o governo Juscelino Kubistchek tomava as principais decisões do país. O clima era de otimismo. Então com 25 anos e morando em Curitiba, sua cidade natal, Ary Fontoura não viu ao vivo a Copa da Suécia. Ele ouvia pelo rádio e depois acompanhava os lances nos jornais que eram exibidos no cinema. “Nós ‘assistíamos’ através do que ouvíamos”, brinca o ator, que era fã de futebol e costumava frequentar estádios, apesar de não ter um clube de coração. 
 
Além de Ary Fontoura, outros nomes já confirmaram presença como Tony Ramos, Nelson Motta, Serginho Groismann, Manoel Soares, Claude Troisgros e Fernanda Gentil. Nas gravações, o convidado se senta em uma cadeira no centro de um estúdio em penumbra e assiste a imagens marcantes daquela Copa em duas grandes telas laterais. Ouve narrações históricas, vê lances inesquecíveis e até se depara com decepções. “’A Copa Que Eu Vi’ fala sobre relações humanas. O grande desafio é acessar a memória e despertar aquelas emoções novamente nos convidados. Por isso, optamos pela experiência imersiva com o estúdio, as projeções, os sons ambientes dos jogos e as narrações da época. Tudo para recriar um ambiente mais realista possível. O poder que a Copa tem de potencializar essas lembranças e emoções é muito grande", ressalta o editor e roteirista do quadro, Henrique Arcoverde.

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