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| Luiza Sonza e Mari Palma. Divulgação: CNN Brasil |
Convidada do Na Palma da Mari – Verão desta última quinta-feira (22), Luiza Sonza entregou um dos papos mais francos da temporada. Em conversa com Mari Palma, a cantora falou sem filtro sobre carreira, feminismo, etarismo, liberdade criativa e os momentos em que escolheu seguir o próprio instinto, mesmo quando isso ia na contramão da indústria.
Ao comentar como a sociedade encara a idade das mulheres, Luísa foi direta: ''É muito cruel ver uma mulher com anos de carreira ser diminuída por causa disso''. Para ela, esse julgamento constante reforça um sistema que precisa ser questionado e enfrentado.
O clima muda quando o assunto é carnaval. Apaixonada pelo bloco Modo Surto, a artista contou que o trio elétrico é o lugar onde ela se permite quebrar qualquer regra. ''É todo mundo largado. Eu canto covers, repito música, converso com o público. São horas me divertindo'', disse, destacando que esse momento mais espontâneo cria uma troca diferente, e mais real, com os fãs.
A cantora também refletiu sobre a pressão por números, performance e status no pop. ''O artista é quem tem que controlar a indústria, e não o contrário'', afirmou, explicando por que faz questão de manter espaços na carreira onde pode se mostrar menos ''perfeita'' e mais humana.
Durante o papo, Luísa ainda falou sobre seu novo álbum, Bossa Sempre Nova, projeto que nasceu como uma session e acabou virando um trabalho completo ao lado de nomes históricos como Roberto Menescal e Toquinho. ''A Bossa Nova chegou como um momento muito novo e maduro para mim'', contou.
Entre reflexões e risadas, a cantora também revelou que encontrou nos videogames uma forma de apoio emocional e fuga da rotina. ''É onde eu desligo. Entro em outro mundo e me desconecto'', confessou.
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Programação
