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Canal VIVA - Destaques da programação de 1 a 7 de maio


Destaques da programação Canal Viva. (Imagem/Divulgação)
Conheça os destaques da programação do Canal Viva de 01 a 07 de Maio. O grande destaque da semana é a volta da novela 'Tieta', entre outros destaques.

‘TIETA’ ESTREIA NA SEGUNDA, DIA 1°
segunda-feira, dia 1º de maio, às 15h30

Há 28 anos, o país era apresentado aos habitantes de Santana do Agreste, fictícia cidade no Nordeste brasileiro onde se passa a história de “Tieta”. Em maio, mês que completa sete anos no ar, o canal comemora em grande estilo com esse clássico da teledramaturgia brasileira. O folhetim é um dos mais pedidos pelos assinantes do VIVA e substituirá “A Gata Comeu” a partir do dia 1º, às 15h30 e à 0h30. Pela primeira vez, desde sua estreia em 2010, o VIVA vai exibir, aos domingos, uma maratona dos capítulos da semana da novela “Tieta”. Será todo domingo, a partir do dia 7, às 19h.

Sucesso unânime e campeã de audiência em 1989, quando foi ao ar na Globo, a novela de Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares – primeiro trabalho como coautor – conquistou o país com seu enredo irreverente, destacando bordões, sotaques, costumes e figurinos dos personagens. Emblemáticos, esses caíram nas graças do público, desde a protagonista de gênio forte – considerada símbolo do feminismo -, eternizada pela interpretação de Betty Faria, até sua irmã, a caricata Perpétua, vilã consagrada por Joana Fomm.

Inspirada no romance “Tieta do Agreste”, de Jorge Amado, a novela tem como tema central a reviravolta da vida de Tieta (Claudia Ohana/Betty Faria). Vinte e cinco anos após ser escorraçada da cidade pelo pai, Zé Esteves (Sebastião Vasconcelos), ela retorna à terra natal para se vingar de todos que a trataram mal e riram do seu passado. Sua ousadia mexe com a rotina da cidade, até então, pacata.

Entre os destaques da novela, as atuações de Arlete Salles como Carmosina e José Mayer como o charmoso Osnar, marco na carreira dos atores. Junto com Paulo Betti (Timóteo), Reginaldo Faria (Ascânio) e Roberto Bomfim (Amintas), Zé Mayer forma o famoso quarteto Cavaleiros do Apocalipse. Artur da Tapitanga (Ary Fontoura) e suas “rolinhas” também dão o que falar durante a trama. E, assim como Perpétua, suas discípulas, as beatas fofoqueiras Amorzinho (Lília Cabral) e Cinira (Rosane Gofman), conquistaram público. Já Míriam Pires, falecida em 2004, vive a espirituosa Dona Milu. Ana Lucia Torre, Bemvindo Sequeira, Bete Mendes, Carlos Zara, Cassio Gabus Mendes, Cláudio Corrêa e Castro, Danton Mello, Elias Gleizer, Flávio Galvão, Jorge Dória, José Lewgoy, Lídia Brondi, Luciana Braga, Luiza Tomé, Otávio Augusto e Tássia Camargo completam o elenco.
O folhetim tem direção de Reynaldo Boury e Luiz Fernando Carvalho, direção geral de Paulo Ubiratan e supervisão assinada por Daniel Filho.

A FORÇA FEMININA DE TIETA

Exuberância, impetuosidade e persistência formam a personalidade única de Tieta (Claudia Ohana/Betty Faria), personagem que cativou o público além da teledramaturgia e virou símbolo do feminismo. Apaixonada pela vida, ela não mede esforços para ser feliz e corre atrás dos seus sonhos, sem se importar com a opinião alheia. Principalmente com a da irmã e maior rival, Perpétua (Joana Fomm).

Desde cedo desejada por todos, Tieta – na primeira fase vivida por Claudia Ohana – era conhecida em Santana do Agreste como “cabritinha”. A história tem início quando ela é expulsa da cidade por seu pai, o conservador Zé Esteves (Sebastião Vasconcelos), inconformado com seu temperamento liberal e influenciado pelas armações de sua outra filha, Perpétua (Adriana Canabrava dá vida à vilã na adolescência). Tieta retorna 25 anos depois – já interpretada por Betty Faria -, logo no dia em que está sendo rezada uma missa em sua memória. A cena antológica mescla emoção e risadas: Tieta interrompe a celebração e anuncia que veio para ficar, frustrando a irmã Perpétua (Joana Fomm).

Entre os destaques da trama, o figurino (assinado por Helena Gastal e Lessa de Lacerda) extravagante da personagem, adepta do exagero, quase beirando o brega: roupas justas com cores fortes, estampas e brilhos; saltos altíssimos; joias espalhadas pelo corpo; e unhas grandes. A repercussão da novela fez com que o estilo de Tieta se tornasse tendência e Betty Faria chegou a lançar a linha de roupas Tieta by Betty Faria.

Santana do Agreste também reúne outras moradoras marcantes: Carol (Luiza Tomé), a “teúda e manteúda” amante do coronel Modesto Pires (Armando Bógus); Tonha (Yoná Magalhães), madrasta de Tieta, oprimida pela postura autoritária do marido, Zé Esteves (Sebastião Vasconcelos); Imaculada (Luciana Braga), uma das “rolinhas” do prefeito Artur da Tapitanga (Ary Fontoura), que promete alfabetizar e dar abrigo às meninas, em troca de favores sexuais; a sensível Carmosina (Arlete Salles); a ingênua Leonora (Lídia Brondi); e Elisa (Tássia Camargo), irmã mais nova de Tieta, que, em crise com o marido, Timóteo (Paulo Betti), sonha com seu ídolo, o ator Tarcísio Meira.

PERPÉTUA: O LADO CÔMICO DA VILANIA

Viúva convicta. Beata conservadora. Rancorosa e rabugenta de natureza. Todas as características reunidas popularizaram a vilã, fazendo-a conquistar lugar cativo na lista das principais antagonistas da televisão. Perpétua (Joana Fomm) parece ter uma missão na vida: atazanar a vida alheia, a começar pela de sua irmã, Tieta (Betty Faria). Não é à toa que tem fama de “major” em Santana do Agreste. No passado, foi casada com um militar e tiveram dois filhos, Ricardo (Cassio Gabus Mendes) – a quem ela oferece à Igreja para ser padre – e Cupertino (Danton Mello). Guarda a sete chaves, no armário, uma misteriosa caixa branca cujo conteúdo só é desvendado no fim da trama e tem como seguidoras as carolas Amorzinho (Lília Cabral) e Cinira (Rosane Gofman).

Cheia de trejeitos e bordões, Perpétua ainda se destaca pelo figurino irreverente: roupa preta, sapato abotinado e um guarda-chuva sempre à mão. Durante entrevista ao programa “Damas da TV”, em 2014, Joana conta que deixou a timidez de lado, investiu no humor e somou características circenses à personagem: “Perguntei como eram as ‘perpétuas’ para o pessoal que tinha trabalhado no Norte e tive informações valiosíssimas. Elas eram insuportáveis! Foi muito importante saber como elas eram fisicamente e juntar com o texto sensacional. Eles queriam que eu levasse a sério, mas lia o roteiro às gargalhadas. Não podia fazer sério uma coisa tão engraçada. Montei a Perpétua, que tinha uma loucura, e identifiquei um lado meio circense. Deu tão certo, que a novela toda seguiu esse caminho e foi um sucesso”.”

Além da implicância com a irmã, a viúva persegue veemente Zuleika Cinderela (Maria Helena Dias), prostituta que comanda a Casa da Luz Vermelha.

OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE

O quarteto formado por Osnar (José Mayer), Ascânio (Reginaldo Faria), Amintas (Roberto Bonfim) e Timóteo (Paulo Betti) é conhecido como os Cavaleiros do Apocalipse em Santana do Agreste. Todos os personagens marcaram a carreira dos atores.

Amigos de infância, eles se separam depois da mudança de Ascânio para a capital. Na mesma época em que Tieta (Betty Faria) volta para Santana do Agreste, o político idealista retorna à terra natal com o objetivo de mudar o destino do local com progresso e civilização. Ascânio é nomeado secretário da Prefeitura e, ao lado de Tieta, promove a modernização do sertão e traz a energia elétrica 24 horas à cidade. Mas Ascânio tem um forte opositor, o comandante Dário (Flávio Galvão), que defende a preservação da natureza.

Já Osnar é irônico, preguiçoso e o mais conquistador do grupo. Corre um boato pela cidade de que o rapaz é o mais bem-dotado do agreste e, por isso, o mais cobiçado pelas mulheres. Foi amante de Tieta no passado.

Timóteo é casado com Elisa (Tássia Camargo) e não se conforma em ter abandonado a solteirice. Amintas é o quarto integrante dos Cavaleiros do Apocalipse. É violeiro e faz rimas sempre debochadas. Com o reencontro, voltam a marcar presença no Bar do Crescente para torneios periódicos de bilhar.

ÍCONES DO AGRESTE

A novela é composta por uma coleção de figuras peculiares: a virgem sonhadora Carmosina (Arlete Salles), que aguarda o homem ideal – funcionária dos correios, ela não resiste ao conteúdo das cartas e as lê quando pode; o polêmico Artur da Tapitanga (Ary Fontoura) e suas “rolinhas”; as religiosas Amorzinho (Lília Cabral) e Cinira (Rosane Gofman), omissas aos seus desejos sexuais em nome da moral e dos bons costumes ditados por Perpétua (Joana Fomm); o seminarista confuso Ricardo (Cassio Gabus Mendes); a afável Tonha (Yoná Magalhães); o poderoso Modesto Pires (Armando Bógus), que leva rotina dupla e mantém uma casa para a sua “teúda e manteúda” Carol (Luiza Tomé); a faladeira e senhora nada convencional Dona Milu (Míriam Pires), mãe de Carmosina; o mendigo bêbado e desbocado Bafo de Bode (Bemvindo Sequeira), que sabe da vida de todos; e Jairo (Elias Gleizer) e sua “Marinete”, único ônibus da cidade.

Carregada de realismo fantástico, a novela traz ainda como destaque a misteriosa “Mulher de Branco”, lenda de Santana do Agreste que só tem a identidade revelada ao longo dos capítulos. A assombração ataca os homens da região nas noites de lua cheia.

O vocabulário nordestino e os bordões da ficção ganharam as ruas em 1989, como: “Eta lelê”, “Upa la lá”, “Nos trinques”, “Tribufu”, “Te-chau!“, “U-uh!“, entre outros. Já a personagem Dona Milu fez sucesso com o icônico “Mistééério!”.

NUDEZ NA ABERTURA E “ROLINHAS” DO CORONEL

As polêmicas também agitam a rotina da sossegada Santana do Agreste. Com o retorno de Tieta (Betty Faria) à cidade, um alvoroço é criado quando ela se envolve com o sobrinho, o seminarista Ricardo (Cassio Gabus Mendes), filho de Perpétua (Joana Fomm). Vale tudo para Tieta afrontar sua irmã.

A novela ousa logo em sua abertura, ao apresentar uma mulher nua, representada por Isadora Ribeiro. Ao som de “Tieta”, na voz de Luiz Caldas, o vídeo – assinado por Hans Donner – mistura imagens paradisíacas de Mangue Seco (aldeia do norte da Bahia que virou locação da trama) com as curvas do corpo feminino.

O assunto pedofilia é abordado de forma consciente pelos autores, sem chocar o público. Cabe ao ator Ary Fontoura interpretar Artur da Tapitanga. O prefeito seduz suas “rolinhas” em troca de lar, comida e alfabetização. A única indomável é Maria Imaculada (Luciana Braga), que se recusa a obedecer às vontades do coronel e foge da fazenda. Artur da Tapitanga conta com a ajuda de Filomena (Cristina Galvão) para cuidar de suas meninas, vividas pelas atrizes: Concy Maduro, Luciene Campos, Maria de Médicis, Patricia Alencar, Rosane Salles e Suzana Seixas.

O NORDESTE DAS DUNAS À TRILHA SONORA

Com o sucesso de “Tieta”, as dunas de Mangue Seco, no litoral da Bahia, ganharam repercussão e o povoado virou ponto turístico. As paisagens que serviram como cenário são lembradas até hoje por quem visita o local. Inspirada na obra de Jorge Amado, a trama retrata o interior do Nordeste desde o clima solar até o sotaque carregado dos personagens.

A trilha sonora também envolve o público com hits praianos desde os versos da música “Tieta”, eternizada por Luiz Caldas, até a dançante “Meia Lua Inteira”, cantada por Caetano Veloso. Na voz de artistas de peso, a trilha versátil consagrou-se como uma das mais lembradas da TV brasileira: Chitãozinho & Xororó, Elba Ramalho, Emílio Santiago, Fafá de Belém, Fagner, Gal Costa, Guilherme Arantes, João Bosco, José Augusto, Maria Bethânia, Martinho da Vila, Moraes Moreira, Nana Caymmi, Nando Cordel, Os 3 do Nordeste, Paulo Ricardo, Pepeu Gomes, Quinteto Violado, Roberta Miranda, Sérgio Mendes, Simone e Tim Maia.

Escolinha do Professor Raimundo
segunda-feira, dia 1º de maio, às 21h

Há 23 anos, o Brasil se despedia de um dos maiores ídolos do esporte nacional: Ayrton Senna. No dia 1º de maio, o VIVA presta uma homenagem ao piloto com a exibição de uma edição especial da “Escolinha do Professor Raimundo”, que foi ao ar originalmente no ano de falecimento de Senna, em 1994, na Globo.

Durante a aula, Professor Raimundo (Chico Anysio) revela que o esportista era fã do humorístico. “Vai deixar um vácuo no país”, comenta o mestre. Em seguida, Ademar Vigário (Lucio Mauro) recita um poema dedicado a Senna. “Você não foi, você é. Você não passou, nem passará”, é um dos trechos do texto, que emociona a turma e faz todos irem às lágrimas.

Sai de Baixo
terça-feira, dia 2 de maio, às 21h

O começo do episódio “Miami ou Me Deixe” resgata o momento em que a família deixou o apartamento para comemorar a chegada do novo milênio. O grupo fugiu para os Estados Unidos, mas acabou se envolvendo com a polícia e teve que voltar para o Brasil, deportado. Quando todos chegam ao Largo do Arouche, descobrem um novo morador na casa, Denis (Alexandre Borges). Pensando que nunca mais voltaria ao país, Caco (Miguel Falabella), secretamente, alugou o apartamento.

Denis é um jogador inveterado, uma versão de Caco, com a diferença de ser endinheirado. Ele também fica encantado por Magda (Marisa Orth). Caco tenta resolver a situação, apostando a mulher com o novo morador da casa. Quem vencer fica também com o apartamento.

A DIARISTA
sexta-feira, dia 5 de maio, na faixa das 21h30

No episódio “Aquele do Dia de Fúria”, Marinete (Claudia Rodrigues) fica à beira de um ataque de nervos. Um barulhento baile funk não deixa a diarista dormir durante a noite. Quando o dia está raiando e ela está prestes a pegar no sono, é despertada pelo carro do vendedor de pamonha. Ela fica uma fera.

Para piorar seu dia, que está apenas começando, ao sair de casa, é obrigada a enfrentar um ônibus lotado carregando sua bolsa com as roupas de brechó e o pôster de seu ídolo, o cantor Fábio Jr. Ao chegar à agência de trabalho, o patrão Figueirinha (Sérgio Loroza) ainda lhe dá uma missão: pede que ela reconheça uma firma no cartório.

São vários os obstáculos que Nete enfrenta durante o dia: fica presa na porta giratória de uma agência bancária e precisa se livrar de todos objetos de sua bolsa para ser liberada; arrebenta uma de suas sandálias; tem o cartão magnético retido no caixa eletrônico; e o auge é quando, justamente na hora em que ela está chegando ao caixa para pagar sua conta de gás, o guichê é fechado para a hora do almoço. Marinete tem uma crise dentro do banco!

ESPECIAIS ROBERTO CARLOS – EDIÇÃO 2000
sábado, dia 6 de maio, na faixa das 21h30

Roberto Carlos está de volta com seu especial de fim de ano, depois do intervalo em 1999, em respeito ao falecimento de sua esposa, Maria Rita. As primeiras edições da década de 2000 foram dedicadas a ela.

O espetáculo começa ao som do hit “Emoções” e reúne grandes sucessos do Rei, desde a Jovem Guarda até as canções do novo disco. Ao todo, o especial traz 25 músicas.

Também realizado nos Estúdios Globo, no Rio, o programa tem direção de Roberto Talma e conta com plateia de 200 convidados, composta por fãs e celebridades de várias gerações. Entre eles: Ana Maria Braga, Carolina Dieckmann, Helena Ranaldi, Lúcia Veríssimo, Maitê Proença, Mário Gomes, Nair Bello, Reynaldo Gianecchini, Tony Ramos e Vivianne Pasmanter.

GENTE INOCENTE
domingo, dia 7 de maio, às 10h30

Márcio Garcia e a turminha infantil sem papas na língua recebem Bussunda (Cláudio Besserman Viana) como o convidado do “Gente Inocente” que o VIVA relembra nesta semana. A edição foi ao ar originalmente em 2001, na Globo. No palco, as crianças recordam e recriam personagens icônicos do humorista como Marrentinho Carioca, Montanha, Ronaldinho e Cacique.

“O que significa Bussunda?”, pergunta Bruna. “Foi um apelido que ganhei em uma colônia de férias. Meu sobrenome é Besserman. Como fiquei cinco dias sem tomar banho… Quer dizer, tomava banho de piscina e achava que valia como banho! Aí, começaram a me chamar de “Besser Imundo”. Depois, virou “Bussunda”. Hoje, tomo banho com o maior prazer!, brinca o entrevistado.

Já Victor Cheu quer saber qual a invenção das “Organizações Tabajara”, Bussunda gostaria que existisse de verdade. “Tem papel higiênico que vem em um controle remoto, esse é interessante, né?”, fala, aos risos.

Durante a entrevista, Márcio questiona “se é verdade que ele começou na carreira de humor para conquistar as mulheres”. “Sim, eu não tive a sorte de ser um Márcio Garcia. Também não sabia surfar ou tocar violão. Então, tinha que ter um jeito de chegar às meninas. E aí começamos a escrever humor, mostrar para as meninas no bar. Não funcionou muito, não! Fomos para a TV. Também não funcionou. Agora, vamos tentar o cinema!”, comenta Bussunda.

Ao longo do bate-papo, ele é surpreendido com os depoimentos das “mulheres de sua vida”: Helena (mãe), Maria Angélica (esposa) e Julia (filha).

‘DONOS DA HISTÓRIA’: VIVA HOMENAGEIA CONSAGRADOS AUTORES BRASILEIROS
domingo, dia 7 de maio, às 18h30

Os autores são os protagonistas da vez no VIVA. No dia 7 de maio, o canal estreia a série “Donos da História”, dando continuidade ao sucesso de “Damas da TV” (2013) e “Grandes Atores” (2014). Também idealizado por Hermes Frederico, o projeto homenageia alguns dos mais emblemáticos escritores brasileiros da televisão, criadores de clássicos e personagens inesquecíveis, que marcam a teledramaturgia brasileira.

As lembranças de Manoel Carlos abrem a série, que, nos demais episódios, também resgata as recordações e aborda as trajetórias dentro e fora da telinha de Aguinaldo Silva, Antonio Calmon, Benedito Ruy Barbosa, Gilberto Braga, João Emanuel Carneiro, Maria Adelaide Amaral, Miguel Falabella, Ricardo Linhares, Silvio de Abreu, Walther Negrão e da dupla Duca Rachid e Thelma Guedes. O programa vai ao ar aos domingos, às 18h30.

A cada semana, um convidado conta sua história para as câmeras, em depoimentos repletos de emoção e revelações. As memórias profissionais e pessoais desse time renomado ainda são recordadas por declarações especiais de diretores e atores parceiros, que participam da história de cada um deles: Arlete Salles, Ary Fontoura, Betty Faria, Dennis Carvalho, Fernanda Montenegro, Gloria Pires, Juliana Paes, Laura Cardoso, Lília Cabral, Malu Mader, Mateus Solano, Ney Latorraca, Paolla Oliveira, Regina Duarte, Renata Sorrah, Taís Araújo, entre outros.

Além de idealizador do projeto, Hermes Frederico é coprodutor, roteirista e comanda as entrevistas da série por trás das câmeras. Ele é professor de comunicação oral na PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), um dos diretores da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e da Faculdade CAL, e produtor de peças teatrais. “Donos da História” tem direção de Bernardo Portugal e produção da SeuFilme, em parceria com o VIVA.

* “Donos da História” também poderá ser assistido pelo VIVA Play e pelas plataformas VOD das operadoras NET, VIVO e Oi. Os episódios serão disponibilizados sempre no dia seguinte à sua exibição na TV.


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