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Série inédita do Discovery desvenda rituais de iniciação masculina


Discovery estreia Boy to Man, série com episódio gravado no Brasil. Discovery estreia Boy to Man, série com episódio gravado no Brasil.
Discovery estreia Boy to Man, série com episódio gravado no Brasil. (Imagem/Divulgação)
Ritos e cerimônias de iniciação selam o pertencimento, representam compromisso cultural assumido por pessoas que buscam fazer parte das comunidades onde a tradição os institui.

A partir de domingo, 17 de setembro, às 21h30, o jornalista, cinegrafista e diretor Tim Noonan inicia uma expedição a diferentes partes do globo para viver e filmar, ele próprio, os procedimentos de iniciação masculina praticados por diversas comunidades, de nômades da Sibéria a tribos indígenas brasileiras. As aventuras por terras remotas e culturas ancestrais compõem a nova série do Discovery, BOY TO MAN.

São doze episódios de uma hora na temporada – em cada um deles Noonan está em uma comunidade para passar pelos rituais e registrá-los. Desde o trajeto para chegada a regiões inóspitas à experiência de imersão na cultura local, BOY TO MAN capta a jornada do cineasta pelos costumes, cerimônias e rotinas dos povos que visita.

Em seus dois episódios finais, BOY TO MAN vem ao Brasil, onde Noonan é recebido em aldeias indígenas. Entre os Kayapó, a passagem dos garotos à idade adulta requer o confronto com a dor ocasionada por centenas de picadas da Amyu, vespa que constrói enxames gigantescos. Os adolescentes devem suportar os efeitos paralisantes do veneno para provar sua capacidade como guerreiros.

Em território Xavante, Noonan descobre que ali a dor intensa também integra os rituais de iniciação, mas de uma forma diferente: o sofrimento físico é visto como gatilho para visões reveladoras, associadas à chegada à idade adulta. México, Quirquistão, Tailândia, Mongólia, Madagascar e Papua Nova Guiné estão entre os outros destinos da temporada.

Na episódio de estreia da série, as terras congeladas da Sibéria são lar para o “povo das renas”. Habitantes dos confins do Ártico, os Nenet são ensinados a amar e respeitar as renas, que exercem papel fundamental para a sobrevivência das famílias diante do clima hostil. O pastoreio do rebanho é a principal atividade para os cerca de dez mil Nenet – eles vivem em pequenos núcleos familiares e praticam o nomadismo.

Durante o ritual de iniciação dos Nenet, o menino deve matar sua rena mais amada, sem derramar-lhe o sangue, e oferecer aos espíritos o crânio do animal, tonando-se apto a visitar um local sagrado. Um respeitado líder entre os Nenet será o mentor de Noonan. Mas, antes de participar dos rituais, o jornalista precisa chegar ao ponto de encontro, marcado em meio ao gelo sem fim.

Noonan percebe que as tradições surgem a partir das necessidades básicas de uma comunidade nômade que resiste, contra todas as chances, diante da intempérie. Os ritos também incluem beber sangue de rena e comer o fígado do animal ainda cru; além de saber como construir e utilizar ferramentas e mecanismos para enfrentar as tempestades de neve. Assim, BOY TO MAN registra sucessivas provas de força e coragem em temperaturas que chegam aos 45 graus negativos.

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