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Flor do Caribe: Um cenário paradisíaco do Nordeste no Rio de Janeiro

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Divulgação TV Globo/ Frederico Rozario
Em ‘Flor do Caribe’, a fictícia cidade de Vila dos Ventos está ambientada em Natal e nas diversas praias da região, no Rio Grande do Norte. Daí surgiu o primeiro grande desafio da equipe de cenografia da novela: criar cenários para compor na tela com as belíssimas paisagens da região. Uma das soluções encontradas foi buscar espaços ricos em natureza fora dos Estúdios Globo, como a Restinga de Marambaia, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O local abrigou a cidade cenográfica com a vila dos pescadores e a cabana onde Cassiano (Henri Casteli) e Ester (Grazi Massafera) se encontram, trazida diretamente da Praia da Pipa. A segunda e maior cidade cenográfica da novela foi construída nos Estúdios Globo e contou com um espaço de 8.350m². O local abrigou a cidade de Vila dos Ventos, a mansão de Alberto (Igor Rickli) e o sítio de Veridiana (Laura Cardoso) e Candinho (José Loreto). 
Gilson Santos, cenógrafo da novela, aproveitou a beleza da paisagem como pano de fundo. Foram construídas dunas com mais de quatro metros de altura para gravar cenas com Ester e Taís (Débora Nascimento). O trabalho foi resultado de meses de viagens e pesquisas até que a produtora de arte, Lara Tausz, construísse o ambiente que cerca Vila dos Ventos. Seu objetivo foi ressaltar o que era característico do Rio Grande do Norte. 
Diante da riqueza cultural do Nordeste, outro desafio foi encontrar os elementos que retratassem especificamente a região. As pesquisas levaram a equipe a buscar objetos reais, como jangadas e barcos que foram compradas de um pescador , e a adquirir um dicionário com as gírias locais. Para a cabana de Ester e Cassiano, a equipe procurou um lugar rústico, abandonado, mas ao mesmo tempo que tivesse vida. Com a ajuda dos artistas plásticos locais, a cabana foi pintada e um painel, com tinta preparada com areia das falésias, foi desenhado na parede de madeira. A decoração foi feita com redes, palha e muita areia. 
  
A procissão dos barcos em Baía Formosa foi outro destaque. Com a ajuda da comunidade e dos pescadores, Lara Tausz e sua equipe colocaram no mar mais de cem barcos, todos enfeitados como se a procissão fosse real. Sempre atenta, coube à produção de arte o apreço aos mínimos detalhes como a escolha cuidadosa de todos os bugres que foram utilizados, a cor amarela que foi desenvolvida especialmente para o carro de Ester e os mais de 10 barcos originais que vieram para as gravações no Rio de Janeiro. 


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