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ID estreia a segunda temporada de ''Diabólicos: A Face Oculta do Amor''

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Divulgação ID

Mentes a serviço do mal, os assassinos são capazes de elaborar planos sofisticados em um jogo mortal para atrair suas vítimas, usando até o amor como isca. Em DIABÓLICOS: A FACE OCULTA DO AMOR (Diabolical), série que chega à segunda temporada nesta terça-feira, 8 de dezembro, às 22h, o Investigação Discovery conta casos reais de homicidas que passaram por cima de sentimentos nobres na intenção de matar.

Cada um dos episódios é dedicado a um caso diferente, que terá as respectivas investigações reconstituídas com a ajuda de dramatizações e depoimentos exclusivos. Fazendo uso da linguagem do suspense, a série parte dos registros oficiais para criar enredos repletos de mistérios, pautados no jogo de manipulação – refazendo o caminho percorrido pelos investigadores nas apurações dos fatos, os episódios revelam pouco a pouco as tramas meticulosas armadas pelos assassinos para encurralar suas vítimas.

Falam às câmeras os agentes a cargo das investigações, profissionais do jornalismo que atuaram na cobertura dos homicídios e pessoas próximas às vítimas.  Reviravoltas surpreendentes e descobertas chocantes que deixaram estupefatos até mesmo os policiais mais experientes precedem a solução dos casos.

No episódio de estreia, a série retorna a 2011 e ao cenário da pacata Susanville, cidade com clima de montanha localizada na Califórnia. Durante uma corriqueira caminhada matinal, um morador local encontrou um corpo ensanguentado pelo caminho, ao lado de uma estrada coberta por neve.

A vítima era Robert McElrath, um policial que estava desaparecido desde o dia anterior. Sua esposa, Joanna, alertou os colegas de profissão do esposo em um domingo de manhã, mas as buscas nem haviam começado quando chegaram as notícias da descoberta do corpo. Rob, um policial querido pela comunidade, fora assassinado a  tiros enquanto estava sem sua arma e distintivo.

Samantha McElrath, filha de Rob e Joanna, é uma das fontes do episódio junto aos colegas da vítima no departamento de polícia. A busca pelo autor do crime começou logo após a cuidadosa análise do corpo e das circunstâncias em que ele foi encontrado: manchas de sangue no local e nas imediações serviram para que a primeira hipótese, a de suicídio, fosse descartada. Isso significou que os colegas de Rob teriam pela frente um trabalho complexo de busca por respostas, que passaria pelo interrogatório dos familiares.


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