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Sergio Guizé comenta o trabalho em 'Mar do Sertão'

Divulgação Globo/Estevam Avellar

Zé Paulino (Sérgio Guizé), vaqueiro da fazenda Palmeiral, é um rapaz honesto e corajoso, que vive para o trabalho e para Candoca (Isadora Cruz), seu grande amor. É filho de Daomé, meeiro da fazenda, por quem tem adoração. Aliás, é seguindo o exemplo do pai que Zé Paulino trata a todos com respeito, o que faz com que ele seja uma pessoa muito querida em Canta Pedra. O rapaz também é muito leal ao patrão, coronel Tertúlio (José de Abreu), dono da fazenda.
 
No início da trama de 'Mar do Sertão', Zé Paulino e Candoca estão noivos, em meio aos preparativos para o casamento. Candoca é professora e, assim como o vaqueiro, luta pela melhoria das condições de vida do povo da cidade. A jovem sonha se tornar médica e tem total apoio do noivo. 
 
Esse conto de fadas, no entanto, será interrompido quando Zé Paulino sofre um acidente e é dado como morto. Tertulinho (Renato Góes), que já estava dando suas investidas em Candoca há um bom tempo mesmo sendo rejeitado, vê a tragédia como uma oportunidade de finalmente conquistá-la. Quando Zé Paulino volta para Canta Pedra, 10 anos depois, em busca de justiça, ainda terá que aprender a lidar com a nova realidade: Candoca, seu grande amor, casada com seu rival.  
 
‘Mar do Sertão’ é uma novela criada e escrita por Mario Teixeira com direção artística de Allan Fiterman. A obra é escrita com Marcos Lazarini, Claudia Gomes e Dino Cantelli, e com colaboração de Carol Santos. A direção geral é de Pedro Brenelli com Bernardo Sá, Natália Warth e Rogério Sagui. A produção é de Silvana Feu e a direção de gênero de José Luiz Villamarim.

ENTREVISTA COM SERGIO GUIZÉ
 
Como você define seu personagem, Zé Paulino?
O Zé Paulinho é um homem honesto, corajoso, que trabalha como vaqueiro na fazenda Palmeiral e tem muita gratidão pelo patrão, o coronel Tertúlio (José de Abreu). Ele é completamente apaixonado pela noiva, Candoca, mas seu castelo começa a ruir quando Tertulinho, o filho do coronel, volta da capital para Canta Pedra e começa a dar em cima de Candoca. 
 
Zé Paulino será dado como morto e volta depois de 10 anos. Como isso vai impactar na personalidade do personagem?
Após o acidente, Zé Paulino vai reaprender a viver sem Candoca e sem a vida que ele construiu em Canta Pedra. Será uma jornada de tentar entender tudo o que aconteceu na ausência dele e de tentar acabar com as injustiças das quais o povo da cidade sempre foi vítima na mão dos poderosos. Será um misto de emoções.
 
Zé Paulino e Timbó têm uma relação muito próxima, de respeito e de amizade. Fale um pouco sobre essa ligação.
Acredito que o Zé Paulino entende que, mesmo sendo analfabeto, o Timbó sabe mais sobre a vida do que muita gente que estudou. Zé Paulino admira a sabedoria do amigo para cuidar da terra e preservar a memória de seus antepassados.
 
O que mais te encanta em ‘Mar do Sertão’?
O que mais me encanta são os questionamentos que o Mario Teixeira propõe com o texto dele. Ao mesmo tempo em que estamos contando uma história de amor, temos temas como a preservação do meio ambiente, a concentração de poder na mão de poucos, a força feminina, entre outros. É bonito ver a trajetória de alguns personagens fazendo de tudo para salvar aquela terra que é tão importante para eles.
 
O que o público deve esperar da novela?
Estamos fazendo uma novela que fala do interior do Brasil e de sua gente. Veremos tipos universais representados, mas de uma forma especial, conduzidos pelo texto do Mario e pela direção do Allan Fiterman e equipe. É uma história alegre, com muitas cores e muita leveza, que espero que o público se identifique e goste bastante. 

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